Relatorio escolar

Páginas: 8 (1796 palavras) Publicado: 9 de maio de 2013
RELATÓRIO FINAL DE PRÁTICA I: A INCLUSÃO DE DEFICIENTES MENTAIS NAS ESCOLAS

OLINDA
2012

RELATÓRIO FINAL DE PRÁTICA I: A INCLUSÃO DE DEFICIENTES MENTAIS NAS ESCOLAS

Relatório apresentado como requisito parcial para obtenção de aprovação na disciplina de Ensino e Prática I, sob a orientação.

OLINDA
2012
RESUMO

SUMÁRIO

1. INTRODUÇÃO

Este relatório visa demonstrar oobjetivo e a dinâmica de três meses de estágio na escola Professora Maria do Carmo Pinto Ribeiro, que fica localizada no bairro de Jardim Paulista onde a carga horária a ser obtida seria de 160 horas. Onde a sala acompanhada pelas estagiárias foi o 2º ano do normal médio na turma da tarde. As atividades desenvolvidas pelas estagiárias foram as Observações (acompanhamento dia a dia na sala de aula),Intervenções, e a Aula (aula com apresentação de slide).
A aula ministrada pelas estagiárias teve por assunto a inclusão de forma que abordamos principalmente a inclusão de deficientes mentais nas escolas, onde conforme declara a Lei 9394/96, inclusão é uma proposta que condiz com a igualdade de direitos e oportunidades educacionais para todos em ambientes favoráveis já ‘garantidos’ por ela. Mas,nem sempre esse direito é de fato uma garantia aos cidadãos.
O estudo de diversas obras revela que, historicamente, até o século XVI, não existia a preocupação da sociedade em oferecer atendimento às pessoas consideradas “diferentes” dos ditos “normais”. E, foi durante o século XX, que as instituições sociais estenderam o atendimento especializado a este grupo de excluídos, os deficientes.Durante o trabalho abordaremos a questão da inclusão nas escolas e qual seria o papel da escola e da família na situação para haver uma maior sintonia entre ambos e ficar bem claro o direito e dever de todos. Segundo alguns autores, entende-se que a família deve exercer o importante papel de educar a criança. É através da família e do comportamento dos seus membros em relação à criança e em relação aospróprios membros, que a criança com deficiências interioriza a alegria, a satisfação e o amor, ou então o contrário.
À escola cabe o papel de estar sempre em sintonia com a família para então melhorar e contribuir da melhor forma possível com o desenvolvimento da criança. Acredita-se que o objetivo principal da escola, deva ser o da busca por tornar a criança mais autônoma perante o indivíduoadulto. No entanto, entende-se que essa autonomia só irá ocorrer através do bom relacionamento com outras pessoas.

2. REFERENCIAL TEÓRICO

A INCLUSÃO DE DEFICIENTES MENTAIS NAS ESCOLAS

Historicamente, a proposta de integração escolar foi elaborada em 1972, na Educação Especial, por um grupo de profissionais da Escandinávia, liderados por Wolfensberger, na forma do chamado princípio denormalização. Este princípio apregoa que todas as pessoas portadoras de deficiências têm o direito de usufruir de condições de vida o mais comum ou “normal” possível, na sociedade em que vivem. Dito de outra forma, normalizar não quer dizer tornar normal significa dar à pessoa oportunidades, garantindo seu direito de ser diferente e de ter suas necessidades reconhecidas e atendidas pela sociedade.Assim, o conceito de integração é uma das consequências fundamentais do princípio de normalização: “Normalização é objetivo. Integração é processo. Integração é fenômeno complexo que vai muito além de colocar ou manter excepcionais em classes regulares” (Pereira, 1990). É, portanto, parte fundamental de todo o processo educacional. Essas noções de normalização e integração se difundiramrapidamente nos Estados Unidos da América, Canadá e por diversos países da Europa, fortalecendo-se, no final dos anos 60 e início dos anos 70 do século XX, junto com os movimentos de direitos civis, quando diversas minorias e grupos marginalizados começaram a lutar para conquistar seu espaço na sociedade (Glat, 1998; Saint-Laurent, 1997).
A partir de então, conforme foram ocorrendo às mudanças na...
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