Não adianta lutar contra as armas do mal

Páginas: 7 (1750 palavras) Publicado: 8 de abril de 2014
















































ACONSELHAMENTO CRISTÃO E CLÍNICA PASTORAL

Professor : João
Aluno : Joaquim
Turma 203





RESUMO

IN HOFF. Paul. “O Pastor Como Conselheiro.” 2ª Edição – Editora Vida, 1996.

Para ajudar outra pessoa a resolver seus problemas psicológicos, existem alguns princípios e elementos quepodem ser de muita ajuda ao conselheiro, se ele os adaptar para compreender melhor o processo do aconselhamento.
1 – Levantamento de Antecedentes: A psicologia orienta que não se pode separar uma experiência da vida ou das outras áreas da vida. Por exemplo, o problema da imoralidade está relacionado com situações existentes no lar, digamos assim. Em muitos casos, o conselheiro tem que recolher dadose saber fatos da vida do aconselhado para encontrar a origem do seu problema, especialmente se ele usa a técnica diretiva ou o método eclético. Rollo May diz: “como conselheiro, não me permito levantar uma hipótese acerca de uma pessoa sem que antes eu saiba o que há de mais profundo nos seus sentimentos com relação ao problema. Creio que não se pode agir de outra maneira, pois de outra formaseria como tentar resolver um problema matemático sem dispor de todos os números.” Exemplo, Paulo, operário de uma fábrica, começou a beber excessivamente e se tornou alcoólatra. Seus companheiros de profissão escondem o problema, mas um dia o gerente da fábrica descobriu seu problema de embriaguez. Ao invés de despedi-lo, o gerente o enviou ao seu pastor para que ele o aconselhasse. Durante aconversa entre os dois, o pastor lhe perguntou : “Quando você começou a beber?” Paulo contou-lhe que começara a beber depois da morte de sua mãe. O pastor conselheiro com muita habilidade foi levando-o a falar sobre detalhes de sua vida quando criança. Paulo era filho único, e durante sua adolescência seu pai faleceu. Sua mãe dedicou-lhe todo carinho e dependia totalmente dele. No momento em que Paulogostou de uma moça, a mãe não concordou que ele se casasse. Dizia que se Paulo casasse, ele a deixaria desamparada. Porém, Paulo se casou e saiu da casa de sua mãe, que passou a culpá-lo amargamente por ele a ter abandonado à sua própria sorte. Quando sua mãe morreu, Paulo caiu em depressão pelo sentimento de culpa e inconscientemente castigando a si mesmo desandou a beber incontrolavelmente. Opastor conselheiro o chamou à razão, mostrando as bases do seu problema, e falou que Jesus estava pronto para perdoá-lo. Paulo aceitou a Cristo como salvador, parou de beber, e passou a viver normalmente.
Depois de aconselhar uma pessoa, muitos pastores – conselheiros escrevem os dados do aconselhamento em cartões de arquivo, e antes de ter outra entrevista com o aconselhado, recapitulam bem essesdados.
2 – Percepção do caráter do aconselhado: O conselheiro perito estuda o caráter ou a personalidade das pessoas, observando sua postura, seus gestos, o tom de voz, a maneira de se vestir, e até alguns movimentos do corpo, que parecem ser casuais.
Pode-se saber muito acerca do aconselhado observando-se como ele olha as outras pessoas, como fala e como estende a mão. O conselheiro experientesabe que essas expressões de caráter podem significar algo um pouco diferente em cada pessoa, e não deve chegar a uma conclusão precipitada. A postura, o tom de voz, a posição na família, o problema que o aconselhado descreve, seus relacionamentos com amigos e com o sexo oposto, seu sucesso ou fracasso no emprego, indicam muita coisa, mas nenhuma característica por si proporciona base suficientepara se chegar a uma conclusão.
A maneira como a pessoa se veste também revela muito acerca de sua personalidade.
Em regra geral, é fácil discernir o significado dos gestos, pois existem pessoas que usam uma máscara de serenidade e tranqüilidade para ocultar inquietação e medos. Aquele que sempre está sorrindo pode expressar um falso otimismo; o rosto neurótico expressa pessimismo, melancolia...
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