lutas trabalhistas

Páginas: 6 (1377 palavras) Publicado: 20 de outubro de 2014



SISTEMA DE ENSINO PRESENCIAL CONECTADO
SERVIÇO SOCIAL

LÚCIA MARIA DE SANTANA OLIVEIRA













lutas trabalhistas e direitos sociais

















TUCANO-BA
2013







LÚCIA MARIA DE SANTANA OLIVEIRA
















lutas trabalhistas e direitos sociais








Trabalho apresentado ao Curso (SERVIÇO SOCIAL) daUNOPAR - Universidade Norte do Paraná, para a disciplina [Fundamentos Históricos, Teóricos e Metodológicos do Serviço Social, Direito e Legislação Social, Políticas Sociasi l ].

Prof. Paulo Sérgio Aragão, Jossan Batistute, Maria Lucimar Pereira, Clarice Kernkamp.




TUCANO-BA
2013SUMÁRI0





1- INTRODUÇÃO
2-DESENVOLVIMENTO
3-CONCLUSÃO
4- REFERÊNCIAS

















1-INTRODUÇÃODurante a tragetória do proletariado brasileiro desde as primeiras décadas do séclo XX os trabalhadores lutaram pela garantia de melhores condições de vida e de trabalho. Inúmeras greves aconteceram nas quais foram postas diversas reivindicações A Contituição de 1988 veio referendar todas as lutas travados pelo povo em busca dos seus direitos, pois a mesma contemplou garaintias individuas esociais.

















2-DESENVOLVIMENTO



Na passagem do século lX para o século XX a economia brasileira continuava a se apoiar principalmente nas atividades agroexportadoras. houve uma ascenção e a queda de borracha e logo depois a exploração do café que enriqueceu fazendeiros levando o Brasil a iniciar o processo de industrialização. As fábricas instaladas nosprimeiros anos da república eram na maioria de pequeno e médio porte. São Paulo despontou como um polo industrial dinâmico e consolidou-se como ponto de distribuição de bens de consumo. Os trabalhadores urbanos empregavam-se nos setores de serviços como balconstas, motoristas de bondes, empregados domésticos e no setor informal como mascates e ambulantes além do mais, o número de empregados fabristendia a crescer.

Nas fábricas, fossem elas grandes ou pequenas, no setor de serviços, atividade extrativas e agropecuárias nenhuma proteção legal amparava os trabalhadores. Não existia legislação trabalhista como conhecemos hoje. Não havia descanso semanal remunerado, férias ou aposentadoria. Os donos das fábricas estabeleciam seus próprios regulamentos, normas e disciplinas em relaçõestrabalhistas que não garantiam nenhum direito aos empregados impondo-lhes todos os deveres e obrigações. As jornadas eram longas e extenuantes durando em média 14 horas por dia. Não havia indenização para os casos de acidente de trabalho que eram muito frequente em virtude da presença de crianças nas fábricas e das condições físicas dos trablhadores debilitados pelas escassas horas de repouso eda falta de equipamentos de proteção. O ambiente de trabalho era quase sempre insalubre, mal ventilado e precariamente iluminado facilitando a propagação de doenças.Muitas fábricas procuravam contratar mulheres e crianças que recebiam salarios inferiores aos dos homens. Em alguns locais de trabalho era possível encontrar crianças de até cinco anos na linha de produção.Muitas delas eram recrutadasem asilos de orfâos e instituições de caridade. Pequenas faltas eram punidas com castigoa físicos e as mulheres eram vítimas do assédio dos patrões

Com baixos salários.muitos trabalhadores residiam em cortiços, porões e pensões precárias. Abandonados a própria sorte pelos poderes públicos os operários reagiram às duras condições em que viviam já nas últimas décadas do...
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