Kant - resumo

Páginas: 5 (1187 palavras) Publicado: 9 de outubro de 2013
 Kant
Todos os conceitos morais tem a sua origem completamente à priori na razão.
O conceito de dever não pode ser considerado como empírico, pois o dever está ligado a moral, que está ligado a verdade, e estes dois últimos tem que ser pensados no seu conceito puro, antes de testado de modo empírico.
O valor moral não está nasações visíveis, mas nos seus princípios íntimos ocultos.
Moral: Procura definir o que se deve fazer e o que deve acontecer, distingui-se do conhecimento cujas leis determinam universalmente o que é e o que acontece.
Estas leis tinham que ser formuladas à priori, sem levar em conta os atos efetivamente praticados, quer fossem bons ou maus
Uma boa vontade guiada pela razão age em função de umimperativo categórico. A moralidade ter que ser pura, sem conteúdo sensível.
A lei moral não é algo concreto, mas uma forma pura que se pode aplicar a qualquer situação, garantindo dessa forma sua validade universal. É um dever que decorre da razão e só nela tem o seu fundamento. Não contem nenhum elemento empírico é independente de todos os fins ou motivos.
Embora muitas das coisas que o dever ordenapossam acontecer em conformidade com ele, é ainda duvidoso que elas aconteçam verdadeiramente por dever e que tenham assim um valor moral.
Os homens não agem por dever no seu conceito puro, pois somos egoístas e agimos com base em nossas vontades e desejos.
A liberdade é um pressuposto essencial da moral, sem ela não se pensa em moral; a liberdade é a ausência de qualquer determinação externa,mas não de uma lei moral decorrente da razão.
O homem como ser moral é um ser livre nas suas decisões. Se o homem não fosse livre, não haveria moral, mas apenas submissão e neste sentido não poderia ser responsabilizado pelos seus atos. A LIBERDADE é pressuposta pela própria MORAL.
A razão prática é autônoma, ou seja, só depende dela mesma.
Quando se fala de valor moral, não é das açõesvisíveis que se trata, mas dos seus princípios íntimos; os que não se vêem.
O valor moral da ação está ligado apenas no puro respeito do dever.
As leis estão ligadas a moral, no seu conceito mais puro, à priori, sem levar em conta o lado empírico.

Toda lei prática representa uma ação boa como sendo possível, desta forma é também necessária para um sujeito guiado praticamente pela razão. Todos osimperativos são fórmulas da determinação da ação segundo o principio de uma vontade boa de qualquer maneira.
No caso da ação ser apenas boa como meio para qualquer outra coisa, o imperativo é Hipotético; já se a ação é representada como boa em sim, e esta vontade tem como principio à razão então é o imperativo categórico.
Todo imperativo diz que as ações das quais são possíveis realizar, sãoboas. O imperativo hipotético diz que a ação é boa apenas por ter uma intenção possível ou real;está ligado à prudencia. No caso da intenção ser possível é um principio chamado de problemático e no caso de ser real é chamado de principio assertórico-prático. Já o imperativo categórico no qual diz que a ação é praticada necessariamente por si mesmo, independente de qualquer outra intenção, échamado de principio apodítico(prático).
A vontade é a razão prática que deriva as ações das leis, ela é a vontade de escolher, mas a razão determina o que é necessário e bom, independente da inclinação; entretanto a vontade não é em si totalmente baseada na razão.
O imperativo de destreza são todas as ciências que tem uma parte prática, ou seja, empírica, que pode ser explicada. E os meios quelevam a essa explicação é o chamado imperativo de destreza. São os meios para chegar na sua finalidade, no seu objetivo.
Moral é segundo os nossos próprios princípios e ética é segundo os conceitos da sociedade e o que ela considera como bom ou errado.
Entre todas as finalidades que existem, há uma que pode se dizer todos os seres racionais buscam, que é a felicidade. Logo o imperativo...
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