Escola Patrística

457 palavras 2 páginas
Patrística
Durante os séculos I ao IX, a influência dos primeiros padres cristãos na cultura Ocidental foi das mais intensas. Inicialmente, lutam para disseminar o cristianismo enquanto religião, explicando seus dogmas fundamentais à população em geral. Nesse momento, muitas vezes, recorrem à filosofia, adaptando-a à fé religiosa, como forma de converter os pagãos, acostumados às reflexões racionais. O conjunto de pensamentos desses padres, um tanto heterogêneo, recebe o nome genérico de Filosofia Patrística. O primeiro período dessa filosofia é marcado, sobretudo, pela consolidação do cristianismo.
A partir do século IV, o cristianismo deixa de ser clandestino no Império Romano, sendo reconhecido e tolerado, e, em seguida, tornando-se a religião oficial de Roma. As lutas do período anterior renderam frutos e a filosofia patrística vive o momento de apogeu. O grande nome do período é Santo Agostinho

A justiça para Santo Agostinho só pode ser a justiça divina. E o que é? Agostinho está, primeiro, realizando de maneira subjetiva uma crítica, do ponto de vista humano. As justiças humanas são todas falíveis, e esse é o motivo pelo qual Aristóteles pensou na equidade. Há juízes que vendem sentenças, há cortes que cometem injustiças agudas... Então o que se quer é um patamar novo, uma reivindicação nova.

O problema da justiça divina é: quem a pronuncia? No Irã são os aiatolás. Então acredita Agostinho que o pronunciamento eclesiástico será unificador, e menos suscetível das contingências humanas, portanto mais isento, purificado e verdadeiro em relação às contingências humanas. Mesmo porque essa justiça divina seria principiologia inspirada nos mandamentos sagrados. Buscou por em prática a Regra do Amor: amar a Deus sobre todas as coisas, amar ao próximo como a ti mesmo, tudo sob o signo da solidariedade, para que o mundo seja fraterno, e se caminhe para a Família Universal. Criar um mundo amoroso.

Santo Agostinho também escreveu sobre um outro conceito: a

Relacionados

  • Filosofia medieval, escolas patrística e escolástica, renascimento e individualismo
    3512 palavras | 15 páginas
  • escolastico e patristico
    2786 palavras | 12 páginas
  • BVPUIB
    2492 palavras | 10 páginas
  • Filosofia patristica
    724 palavras | 3 páginas
  • Filosofia Idademedia 130522212819 Phpapp02
    1405 palavras | 6 páginas
  • educação na idade média
    1734 palavras | 7 páginas
  • A Escolástica e a Patristica
    1272 palavras | 6 páginas
  • educação na idade antiga, media e contemporânea
    1499 palavras | 6 páginas
  • Filosofia partística
    939 palavras | 4 páginas
  • O MÉTODO SOCRÁTICO; O IDEALISMO ARISTOTÉLICO E AS CORRESPONDENTES INFLUÊNCIAS NAS PEDAGOGIAS POSTERIORES:
    2617 palavras | 11 páginas