O crime do padre amaro

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Índice
• Introdução
• Identificação
• Biografia do autor
• Escola Literária
• Resumo do livro
• Estrutura da Obra
• Enredo
• Continuação da estrutura da Obra
• Espaço e lugar
• Referências Bibliográficas
• Conclusão

Introdução
"O Crime do Padro Amaro", escrito por Eça de Queirós, foi o primeiro romance realista da Língua Portuguesa. Chocou a sociedade da época ao denunciar umahipocrisia social e religiosa, contando a história do Padre Amaro Vieira, que se muda para Leiria para assumir sua paróquia. Lá, hospeda-se na casa da senhora Joaneira e se envolve com sua filha, Amélia. A jovem engravida, mas acaba morrendo no parto. A criança, dada para adoção, também morre, e o padre prossegue com sua carreira. O livro critica a vida provinciana e o comportamento do clero. Foi,durante décadas, proibido em escolas de Portugal e do Brasil.
José Maria de Eça de Queirós nasceu em 1845 e é um dos mais importantes escritores de Portugal. "O Crime do Padre Amaro" é considerado por muitos o melhor romance realista português do século XIX. Faleceu em 1900, aos 55 anos.

Identificação
• Eça de Queiroz
• O Crime do Padre Amaro
• Edição: 1ª Edição
• Editora: Martin Claret –Bb
• 1875

Biografia do Autor
Eça de Queirós
Diplomata e escritor muito apreciado em todo o mundo e considerado um dos maiores escritores portugueses de todos os tempos, Eça de Queirós nasceu José Maria Eça de Queirós, em Póvoa de Varzim-Portugal, no dia 25 de Novembro de 1845. Seu nome muitas vezes tem sido, de forma equivocada, grafado como "Eça de Queiroz".
Eça de Queirós morreuem Paris-França, no dia 16 de Agosto de 1900 (Funeral em Lisboa - 17 de Agosto)
Era filho do Dr. José Maria Teixeira de Queirós, juiz do Supremo Tribunal de Justiça, e de sua mulher, D. Carolina de Eça. Depois de ter estudado nalguns colégios do Porto matriculou-se na faculdade de Direito da Universidade de Coimbra, completando a sua formatura em 1866. Foi depois para Leiria redigir um jornal político, masnão tardou que viesse para Lisboa, onde residia seu pai, e em 1867 estabeleceu-se como advogado, profissão que exerceu algum tempo, mas que abandonou pouco depois, por não lhe parecer que pudesse alcançar um futuro lisonjeiro. Era amigo íntimo de Antero de Quental, com quem viveu fraternalmente, e com ele e outros formou uma ligação seleta e verdadeira agremiação literária para controvérsiashumorísticas e instrutivas. Nessas assembléias entraram Ramalho Ortigão, Oliveira Martins, Salomão Saraga e Lobo de Moura.
Estabeleceram-se então, em 1871, as notáveis Conferências Democráticas no Casino Lisbonense (V. Conferência), e Eça de Queirós, na que lhe competiu, discursou acerca do "O Realismo como nova Expressão de Arte", em que obteve ruidoso triunfo. Decidindo-se a seguir a carreiradiplomática, foi a um concurso em 21 de Julho de 1870, sagrando-se o primeiro colocado e, em 1872, obteve a nomeação de cônsul geral de Havana, para onde partiu. Permaneceu poucos anos em Cuba, no meio das terríveis repressões do governo espanhol.
Em 1874 foi transferido para Newcastle; em 1876 para Bristol e, finalmente em 1888, para Paris, onde veio a falecer. Eça de Queirós era casado com a Sr.ª D.Emília de Castro Pamplona, irmã do conde de Resende. Colaborou na Gazeta de Portugal, Revolução de Setembro, Renascença, Diário Ilustrado, Diário de Notícias, Ocidente, Correspondência de Portugal, e em outras publicações.
Para o Diário de Notícias escreveu especialmente o conto 'Singularidades duma Rapariga Loura' (1873), publicada como 'livre brinde' aos assinantes do jornal, em 1874, e adescrição das festas da abertura do canal do Suez, a que ele assistiu em 1870, publicada com o título 'De Port Said a Suez', no referido jornal, folhetim de 18 a 21 de Janeiro do mesmo ano de 1870. Na Gazeta de Portugal, de 13 de Outubro de 1867, publicou um folhetim com o título 'Lisboa', seguindo-se as 'Memórias de uma Freira' e 'O Milhafre'; em 29 de Agosto de 1869, o soneto 'Serenata de Satã às...
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