O ato de ler

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  • Publicado : 16 de novembro de 2012
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Importância do ato de ler
Processo que envolvia uma compreensão critica do ato de ler, que não se esgota na decodificação pura da palavra escrita ou da linguagem escrita, mas que se antecipa e se alonga na inteligência do mundo. Linguagem e realidade se prendem dinamicamente. A compreensão do texto a ser alcançada por sua leitura critica implica a percepção das relações entre o texto e ocontexto.
Importância do ato de ler, que implica sempre percepção critica, interpretação e “re-escrita” do lido, gostaria de dizer que, depois de hesitar um pouco, resolvi adotar o procedimento que usei no tratamento do tema, em consonância com a minha forma de ser e com o que posso fazer.
A compreensão critica da alfabetização, que envolve a compreensão igualmente critica da leitura, demanda acompreensão critica da biblioteca. A existência de uma prática oposta e de uma compreensão também, que, em ensaio há muito tempo publicado, chamei de ingênua.
Uma educação neutra, que se diga a serviço da humanidade, dos seres humanos em geral; de outro, uma pratica política esvaziada de significação, educativa. Neste sentido é que todo partido político é sempre educador e, como tal, sua propostapolítica vai ganhando carne ou não na relação entre os atos de denunciar e de anunciar, processo educativo quanto no do ato político, uma das questões fundamentais seja a clareza em torno de a favor de quem e do quê, portanto contra quem e contra o quê, fazemos a educação e de a favor de quem e do quê, portanto contra quem e contra o quê, desenvolvemos a atividade política.
Necessidade que temos oseducadores e as educadoras de “assumir” a ingenuidade dos educando para poder, com eles, superá-la.
Respeitar os níveis de compreensão que os educando não importa quem seja, estão tendo da sua própria realidade. Impor a eles a nossa compreensão em nome de sua libertação e aceitar soluções autoritárias como caminhos de liberdade.
O educador precisa reconhecer primeiro, nos educando em processo desaber mais, os sujeitos, com ele, deste processo e não pacientes acomodados; segundo, reconhecer que o conhecimento não é um dado ai, algo imobilizado, concluído, terminado, a ser transferido por quem o adquiriu a quem ainda não possui.
Torna-se indispensável uma concordância em torno de aspectos fundamentais entre o assessor e o governo assessorado. Mais seria impossível, por exemplo, dar umacolaboração, por mínima que fosse a ima campanha de alfabetização de adultos promovida por um governo antipopular.
Técnicas de ler e de escrever palavras por parte dos alfabetizados exigissem de mim ou simplesmente sugerisse que eu fizesse a dicotomia entre a leitura do texto, leitura do contexto.
Aspecto importante, o da relação dinâmica entre a leitura da palavra e a “leitura” da realidade-, emque nos encontramos coincidente o governo de São Tomé e Príncipe e nós, que eu gostaria de tomar como ponto central das minhas reflexões neste artigo.
Na pratica da alfabetização de adultos como na de pós-alfabetização, não são cartilhas nem manuais com exercícios ou discursos manipuladores.
Cadernos de culinária popular é o nome genético que vendo sendo dada a esta serie de livros de que oprimeiro é o da alfabetização.
O Segundo caderno da cultura popular, com o qual se inicia ou se pretende iniciar a pós-alfabetização, é um livro de textos, escritos em linguagem simples, jamais simplista, que uma temática ampla e variada, ligada, toda elam ao momento atual do país. Se entreguem á curiosidade critica dos educando e não que sejam lidos mecanicamente, participação efetiva do povo enquantosujeito na reconstrução do país, a serviço de que a alfabetização e a pós-alfabetização se acham.
É a participação critica e democrática dos educando no ato de conhecimento de que são também sujeitos. É a participação critica e criadora do povo no processo de reinvenção de sua sociedade, no caso a sociedade são-tomense, recém-independente do jogo colonial, que há tanto tempo a submetida....
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