E dai

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  • Publicado : 16 de abril de 2013
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Cap. III- Ação

Neste capítulo é retratada a ansiedade, o apavoramento em cena que todos nós futuros atores passaremos um dia. Maria ficou em inércia por um longo tempo, tentandoachar uma posição confortável diante a platéia, não conseguindo, seu diretor abaixa os planos e ela sai de cena.
O diretor demonstra sentando-se e ficando imóvel, sem mover umdedo, fazendo com que a platéia se tornasse curiosa. A ação deve ser uma ação marcante, demonstrando algo, mesmo que seja um simples gesto, mas impactante. O desejo de agradar e odesamparo criam um desinteresse total, não temos vontade de entender o que está acontecendo em cena, vira uma coisa completamente irritante.
Maria foi representar junto com seuDiretor, repetindo a experiência passada, e nesse momento inconscientemente Maria acaba atuando. Sua ação foi apenas esperar e não o desejo de demonstrar rapidamente algo, fazendo com quesua atuação se tornasse tranqüila e interessante, já que ela tinha um objetivo definido: esperar que algo acontecesse.
Em outra aula, o diretor passa a Maria uma nova situação:ela deverá se imaginar em grande desamparo e desespero, sua mãe desempregada, sair do teatro e uma amiga generosa que lhe dá um broche de pedra de grande valor, mas que em um momentode distração ele some. Maria em sua primeira ação atua falsamente, sofrendo por sofrer, não demonstrando sinceridade. Mas da segunda vez passou a dar mais importância a ação, criouum objetivo, atuando verdadeiramente.
Ao decorrer dos conflitos, o diretor solta uma frase “...no teatro toda ação deve ter uma justificação interior, deve ser lógica, coerente ereal.”
Essa frase me fez refletir, temos que estar determinados a fazer algo, com motivação! Mas também dependemos do se, já que ele atua como uma alavanca para a nossa imaginação.
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