A obra “a catedral e o bazar” e sua análise

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  • Publicado : 23 de julho de 2012
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Sumário




Introdução......................................................................................................................5
A Obra “A Catedral e o Bazar” e sua Análise...............................................................6
A Autogestão e a Heterogestão......................................................................................8Conclusão.......................................................................................................................9
Referências....................................................................................................................10
































Introdução


O mundo do software se apresenta em umritmo de acontecimentos frenéticos. A cada ano, mais soluções são desenvolvidas, mais desenvolvedores completam seu ciclo acadêmico e levam seus aprendizados ao mercado de trabalho, mais empresas surgem com idéias inspiradoras e inovadoras ao mesmo tempo em que aparecem muitas necessidades. Contudo, nenhum acontecimento foi tão marcante como a criação do Linux.
O sistemadesenvolvido por Linus Torvalds e seus colaboradores teve uma expansão rápida e espantosa na década de noventa. Mais espantoso ainda era de que, por mais rápido que seu desenvolvimento tenha sido, o sistema mostra-se com ótima qualidade e bastante estável, ao contrário do concorrente Windows, que com seu desenvolvimento feito pela cúpula de programadores da Microsoft, tinha vários “bugs” reportados por seususuários.
É na tentativa de explicar o estilo Linus Torvalds de desenvolvimento que Eric Raymond, hacker americano famoso nos anos 90, redige de forma clara e sucinta o seu artigo intitulado “A catedral e o bazar”.
Faz parte desse texto crítico a análise da obra, assim como sua relação com a Autogestão e a Heterogestão, duas vertentes do modo de trabalho.A Obra “A Catedral e o Bazar” e sua Análise


Antes de tudo, é preciso entender a razão do título ser “A Catedral e o Bazar”:
“Eu acreditava que os softwares mais importantes (sistemas operacionais e ferramentas realmente grandes como Emacs) necessitavam ser construídos como as catedrais, habilmentecriados com cuidado por mágicos ou pequenos grupos de magos trabalhando em esplêndido isolamento, com nenhum beta para ser liberado antes de seu tempo.”
Eric não cita, mas um grande exemplo de catedral é a Microsoft, empresa que é vista como uma cúpula totalmente restrita aos seus funcionários de confiança e também a seus lançamentos que seguem à risca as normas da empresa.Tudo que ocorre ali é de total segredo para o mundo. A maioria das empresas da área de TI segue esse modelo de trabalho.


“O estilo de Linus Torvalds de desenvolvimento -- libere cedo e freqüentemente,delegue tudo que você possa, esteja aberto ao ponto da promiscuidade -- veio como uma surpresa. Nenhuma catedral calma e respeitosa aqui -- ao invés, a comunidade Linux pareceuassemelhar-se a um grande e barulhento bazar de diferentes agendas e aproximações (adequadamente simbolizada pelos repositórios do Linux, que aceitaria submissões de qualquer pessoa) de onde um sistema coerente e estável poderia aparentemente emergir somente por uma sucessão de milagres.”


Bazar se define como a forma 100% colaborativa de pessoas ao redor do mundo ajudarem nodesenvolvimento de um software. Nesse ambiente, qualquer um pode dar sua opinião para o desenvolvedor inicial do projeto, no caso do Linux, Linus Torvalds.
Concluindo: o título da obra anuncia que será discutida uma comparação entre o modelo Catedral (programação restrita) e o modelo Bazar (programação colaborativa) de criação de software[1]

Eric Raymond era um hacker que se deparou com um...
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