A era neoclassica

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A ERA NEOCLÁSSICA (1870-1930) – Revolução marginalista porque a ideia central que o preside é o chamado princípio marginal
PrincipaisTeóricos: Jevons, Menger, Walras, Marshall.
Walras preocupou-se com o equilíbrio geral e a interdependência de todo o sistema econômico e apresentou sua visão da economia em termos puramente matemáticos. Jevosns recorreu também à matemática. Menger apresenta osmesmos princípios marginalistas em linguagem comum, deixando de lado a matemática. Já Marshall preocupou-se em fazer de seus ensinamentos um instrumento útil na prática.
O sistema de Walras pode ser olhado como uma tentativa teórica de mostrar a interdependência entre todas as variáveis econômicas e a possibilidade de equilíbrio entre elas, mas não como um resoluto de problemas práticos.
VALOR –UTILIDADE TOTAL – UTILIDADE MARGINAL:
Os clássicos estudaram as relações de produção que surgiam entre as pessoas no processo produtivo. Trataram, portanto, das formas sociais do processo produtivo. Os marginalistas passam a estudar as relações entre as pessoas e a produção material e, portanto, entre as pessoas e coisas e não mais entre pessoas e pessoas através de coisas.
A principalpreocupação passa a ser a alocação ótima de recursos entre fins alternativo, o que consisti em uma consequência da teoria da utilidade marginal e da teoria dos preços, sendo uma das cinco formas que pode aumentar a riqueza de uma nação. Quase todos os economistas concordam que a alocação de recursos é um aspecto importante do pensamento econômico e do sistema econômico real. "allocation of resources" is akey concept especially for microeconomics, and you will read about it here again and again. "Alocação de recursos" é um conceito fundamental especialmente para a microeconomia. A economia torna-se, então, uma técnica para a alocação ótima de recursos escassos entre usos alternativos. Ao mesmo tempo, ela aceita a sociedade como um sistema dado, não discute as relações de classe e procura tornar-seoperacional dentro desse sistema.
De 1870 em diante o capitalismo já se firmara na Inglaterra e em alguns outros países, e estava tendo êxito. Não ficava bem levantar problemas capazes de provocar intranquilidade, como eram os problemas que tentavam elucidar a questão do excedente econômico (conceito que desaparece na economia neoclássica) e a apropriação deste excedente pelas diversas classessociais.
Então, estariam de um lado, as unidades familiais, capazes de fornecer os fatores de produção, de outro as unidades produtivas capazes de fornecer bens e serviços. A relação entre essas duas entidades se dá através de um fluxo circular. Os neoclássicos não fazem distinção entre remuneração do trabalho (salários e honorários) e remuneração da propriedade (capital juros e aluguéis).O queimporta é que as unidades familiares procuram maximizar sua utilidade e as empresas procuram maximizar os lucros.

MICROECONOMIA
A Análise Microeconômica é definida como um problema de alocação de recursos escassos em relação a uma série possível de fins. Os desdobramentos lógicos desses problemas além de levar ao estudo econômico do comportamento individual dos produtores e dos consumidores, elatambém atenta-se com a distribuição da produção e do rendimento entre eles. A Microeconomia é considerada a base da moderna teoria econômica, estudando suas relações fundamentais, visando uma compreensão geral do funcionamento do sistema econômico.
A origem da Análise Microeconômica se inicia com os primeiros autores clássicos Adam Smith, David Ricardo, entre outros. As ideias desses autoreschocam-se a partir da segunda metade do século XVIII, com o teor macroscópico da critica marxista, vindo a ser retomada em 1870, por um segundo grupo de Teóricos, que dentre eles se destaca Alfred Marshall que reviu quase toda a Análise Microeconômica tradicional, procedendo à chamada síntese neoclássica. A Teoria Econômica clássica e neoclássica, que dominou as investigações econômicas desde...
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