UNOPAR - CRACK UM PROBLEMA POLITICO, SOCIAL E DE SAÚDE PUBLICA

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UNIVERSIDADE NORTE DO PARANÁ - UNOPAR
CENTRO DE CIENCIAS EMPRESARIAS E SOCIAIS APLICADAS
GRADUAÇÃO EM SERVIÇO SOCIAL
ANNY KÁTIA SOARES ESTEVAM

CRACK UM PROBLEMA POLITICO, SOCIAL E DE SAÚDE PUBLICA
ARCOVERDE
2011
ANNY KÁTIA SOARES ESTEVAM
CRACK UM PROBLEMA POLITICO, SOCIAL E DE SAÚDE PUBLICA

ARCOVERDE
2012
SÚMARIO
RESUMO INTRODUÇÃO................................................................................. 03
DESENVOLVIMENTO ..................................................................... 05
CONCLUSÃO .................................................................................. 08
REFERÊNCIAS ............................................................................... 10
RESUMO
Nas duas últimas décadas, houvecrescimento importante do consumo de crack no Brasil, fazendo disso não só um problema das grandes capitais, mas das pequenas cidades do interior também, tornando-se um problema de saúde pública. Fazendo com que haja uma grande prevalência no Brasil, o crack tem alto poder dependógeno e seu consumo é responsável por até 70% das internações por cocaína. Um fenômeno, pelo impacto individual e socialque causa, inúmeros estudos correlacionam o consumo desta droga ao aumento da violência e criminalidade.
INTRODUÇÃO
Cada povo e cada cultura tem sua tradição quanto ao consumo de drogas. Em alguns casos elas são procuradas pelo homem para nutrição física, em outros à cata de soluções para problemas de saúde, ou ainda para alimentar sonhos ou alcançar a transcendência, influenciar o humor,buscar a paz ou a excitação.
Os primeiros relatos sobre o consumo de crack no Brasil surgiram em 1989, entre crianças que viviam nas ruas do centro de São Paulo, um ano antes da primeira apreensão da droga feita pela polícia na cidade. Feito do cozimento da cocaína com bicarbonato de sódio, potente, barato, famoso pela fissura que causa nos viciados, sempre em busca da próxima dose, 20 anos depois docomeço da epidemia em São Paulo o crack migrou para os demais Estados e o mercado da droga se consolidou em todo o País.
O uso de crack vem crescendo nos últimos anos, bem como a procura pelo tratamento. Segundo o II Levantamento Domiciliar sobre o Uso de Drogas Psicotrópicas no Brasil, um estudo realizado em 2005 pela Secretaria Nacional Antidrogas – Senad (CARLINI, GALDURÓZ, NOTO, FONSECA,CARLINI, OLIVEIRA, 2007) – envolvendo as 108 maiores cidades do país, mostrou que 0,14% das 7.939 pessoas entrevistadas revelaram que o crack foi consumido pelo menos uma vez nos últimos 12 meses que antecederam a pesquisa.
O crack é uma droga relativamente nova, com alto poder dependógeno e associação com a criminalidade. Apesar de dispormos de algum conhecimento sobre esse fenômeno no Brasil, eleainda é insuficiente, tanto para o atendimento eficaz de seus usuários como para nortear políticas públicas de prevenção.
Segundo reportagem do jornal Estadão a uma grande disseminação do uso em pequenas cidades brasileiras. Em Estados nordestinos, que demoraram a sentir o drama do crack, a droga já aparece entre as preferidas dos usuários. Em Pernambuco, o crack começou a chamar a atenção entreos anos de 2001 e 2002, principalmente na região metropolitana do Estado. Atualmente, já atinge o agreste e o sertão - área tradicional da maconha. Quixadá, no Ceará, e Picos, no Piauí, são outros municípios que registram problemas com o crack. Em Salvador, viciados que se concentram em cracolândias no centro histórico são chamados de sacizeiros, em referência ao cachimbo usado no consumo. "Em2004, 25% da droga consumida no Recife era crack. Em 2006, chegou a 50%", diz José Luiz Ratton, coordenador do Núcleo de Pesquisas em Criminalidade, Violência e Políticas Públicas de Segurança da Universidade Federal de Pernambuco. (HTTP://WWW.ESTADAO.COM.BR)
O consumo do crack pode causar impactos profundos nas relações sociais e familiares do usuário. Quando o uso da droga se torna frequente, a...
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