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CENTRO UNIVERSITÁRIO DO NORTE - UNINORTE
LAUREATE INTERNATIONAL UNIVERSITIES
CURSO DE CIÊNCIAS CONTABIES





ADRIANA AUGUSTO DOS SANTOS





LEITURA E REDAÇÃO ENTRE UNIVERSITÀRIOS

















Manaus
2013

ADRIANA AUGUSTO DOS SANTOS








LEITURA E REDAÇÃO ENTRE UNIVERSITÀRIOS







Trabalho Bimestralpara a obtenção de nota parcial , Disciplina-Comunicação e Expressão do curso de.Ciências Contábeis. sob a orientação do prof. Alice Fabrício, do Centro Universitário do Norte - UNINORTE e Laureate International Universities.










Manaus
2013
Referências

MARTINS, Dileta Silveira.Português Instrumental: de acordo com atuais normas da ABNT.Editora Sagra Luzzato, 2010 .Dicionário Brasileiro Globo, Francisco Fernandes, Celso Pedro Luft, F. Marques Guimarães. 39ª Edição.
























































LEITURA E REDAÇÃO ENTRE UNIVERSITÁRIOS


A leitura e a compreensão de texto, assim como a expressão lingüística em geral, têm sido objeto de preocupação no sistema educacionalbrasileiro durante o processo de alfabetização, e nas séries iniciais de escolarização. No entanto, uma vez completa a alfabetização, a escola parece considerar que não há mais o que ensinar ao aluno em termos de leitura e redação.
A maioria dos professores, de qualquer grau, concorda que os alunos não lêem, não gostam de ler e têm dificuldades para compreender o texto escrito, porém muitosrelutam em assumir sua parcela de responsabilidade na formação do aluno leitor. Assim, a escola, que deveria ser o local de “aprendizado da leitura” por excelência, acaba atuada ao contrário: ao usar o texto fragmentado – muitas vezes sem referência de título e autor-, que aparecer no livro didático apenas como escada para o ensino de gramática, o professor, na verdade, acaba “ ensinando “ que aleitura é uma atividade chata, inútil e que provoca sofrimento.
As chamada dificuldade de leitura e redação parecem estar ligadas, na verdade, a deficiências em capacidades cognitivas básicas, como a habilidade de compreender variáveis, fazer proposições, identificar lacunas de informação, distinguir entre observações e inferências, raciocinar hipoteticamente e exercitar metacognição.
Damesma forma, compreende – se que o problema da dificuldade dos alunos para expressarem suas idéias por meio de textos escritos é conseqüência também da falta de conteúdo: não possível elaborar dissertações ou emitir opiniões sobre temas complexos. quando não se tem informação suficiente e de qualidade.Pelos menos motivos, não é possível aprender conteúdos complexos a partir de textos que não secompreendem , seja por pobreza de vocabulário, seja por falta de referenciais culturais.
Esse conjunto de informações é incorporado pelo indivíduo ao longo de sua história pessoal, não apenas por meio de atividade e conteúdos escolares, mas também por intermédio dos meios de comunicação social, da leitura não-escolar e do acesso a atividades culturais como cinemas, teatros, apresentaçõesmusicais, museu e exposições, entre outras.
Mas essa não é a realidade para a maioria da população brasileira. A oferta cultural em qualidade e com qualidade só existe nas grandes capitais; a leitura de jornais e de livros apresenta estatísticas pífias e, para uma grande parte dos habitantes do País, independentemente da região onde vivam, a televisão é o mais importante (senão o único) meiode informação.
Essa circunstância acaba perpetuando a cultura do “ouvi dizer” e criando distorções na capacidade receptiva dos indivíduos, porque a informação veiculada pela mídia de massa não tem a preocupação de ser educativa.É necessária uma boa dose de senso crético para compreender sua real significação e influência em aspecto vitais como a manipulação da opinião pública, o...
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