Trabalho qualidade de vida no trabalho

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Curso: Gestão de Recursos Humanos

Resumo do 1º capítulo do livro: Qualidade de Vida no Trabalho – QVT

ESCOLAS DE PENSAMENTO EM QUALIDADE DE VIDA NO TRABALHO

Existe uma nova realidade social: aumento da expectativa de vida, maior tempo de vida trabalhando em atividades produtivas, maior consciência do direito à saúde, apelos a novos hábitos e estilos comportamentais, responsabilidadesocial e consolidação do compromisso de desenvolvimento sustentável . A maioria dessas exigências é de natureza psicossocial. Os efeitos sobre o bem-estar a médio e longo prazo são pouco conhecidos. A curto prazo: o stress. As novas referências de gestão são o autocontrole, o comprometimento, os círculos e as células de produção, a qualidade de processos e produtos, os ambientes virtuais, a gestãoem redes do conhecimento, as inovações tecnológicas e o questionamento da credibilidade das instituições.
A QVT faz parte das mudanças pelas quais passam as relações de trabalho na Sociedade moderna, em rápida transformação. Essa competência foi desenvolvida de disciplina da área de saúde evoluindo para englobar dimensões da Psicologia, da Sociologia e da Administração. As visões e definições deQVT são multifacetadas, com implicações éticas, políticas e de expectativas pessoais. Para localizar a visão do pesquisador no tema investigado, adotou-se o modelo de eixos fundamentais denominados fatores críticos ou temas de gestão empresarial. Os eixos temáticos são:

• Conceito de QVT;
• Produtividade;
• Legitimidade;
• Perfil do administrador;
• Práticas evalores organizacionais;
• Nova competência para a gestão de QVT.

Em alguns países, as demandas de QVT são denominadas condições de trabalhos. O mais provável é que QVT era uma ação não reconhecida como responsabilidade do ambiente interno da organização.
O que se analisa na maioria das empresas são as ações paliativas, aleatórias ou reativas às exigências de responsabilidade civile criminal. Do ponto de vista da gestão das pessoas, há estudos iniciais de redução da fadiga física. Alguns desencadeadores de QVT típicos em nossa sociedade pós-industrial são:

• Vínculos e estrutura de vida pessoal;
• Fatores socioeconômicos;
• Metas empresariais;
• Pressões organizacionais.

Várias ciências têm tratado da condição humana, especialmente notrabalho. A Economia apresenta importantes contribuições aos estudos e levantamentos para a montagem dos índices de Desenvolvimento Humano (IDH), Desenvolvimento Social (IDS) e de Condições de Vida (IDCV). Já no foco pessoas, a temática de QVT também se estende a levantamento de riscos ocupacionais do trabalho, questão de saúde e segurança no trabalho, e etc.
Propõe-se a consolidação das teoriasdas escolas de pensamento sobre QVT, a fim de obter-se um conjunto de conceitos mais ordenado e adequado às mudanças socioeconômicas da época atual, ao desenho organizacional e ao novo perfil da pessoa no trabalho.

UMA PROPOSTA DE CONSOLIDAÇÃO

As definições de QVT vão desde cuidados médicos estabelecidos pela legislação de saúde e segurança até atividades voluntárias dos empregados eempregadores nas eras de lazer, motivação, entre inúmeras outras.
Considerando o conjunto e a natureza das indagações em torno do tema e dos diversos conceitos, critérios e outros meios de discussão do tema QVT, podem-se agrupar as dimensões sob as quais o tema é abordado em escolas de pensamento. Dentro dessas limitações, as escolas de pensamento proposta são: socioeconômica, organizacional econdução humana no trabalho.

1.1 ESCOLA SOCIOECONÔMICA

Talvez a contribuição mais reveladora no campo da organização sociopolítica das nações seja a denomida “terceira via”. Giddens situa os dilemas da sociedade nos últimos 15 anos: a globalização, o individualismo e as posições políticas de esquerda e direita, que parecem não ter mais sentidos. Para o autor, o objetivo geral da política...
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