Trabalho parafrasear

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  • Publicado : 20 de junho de 2012
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Vamos assassinar todos os juristas
Quando os mandatários envolvidos são os juristas, à postura do constituinte em ligação a esses especialistas é um fator expressivo para a determinação de quem vaiadministrar as negociações. Empresários sentem-se mais confortáveis tendo juristas na sala, mais optimistas em obter resultados, enquanto defende a boa vontade entre as partes. Empresários analisam osdefeitos as atitudes costumeiras dos juristas de ver enigmas por trás de tudo, excedendo na medida para impedir riscos, gerando revolta.(Isso não é novidade; até Shakespeare retratou os juristas como“pobres e arfejantes oradores de problemas”.)“tudo estava em ordem até que vieram os advogados”, Diz o coro vulgar, seguindo pela observação de que os juristas são aptos em deteriorar negócios do quefechá-los. Em efeito, muitos empresários evitam dispor de juristas nos estágios iniciais das negociações, quando em sua avaliação é importante entusiasmo, e não problemas.
Compreendendo em parte essafrustração. Vários juristas bem intencionados são especialistas demais ou criam obstáculos em instante pacífico. Mas por outro lado isso pode ser atraente. Executivos que concordam em inicio com o valore o limite muitas vezes não compreendem vários itens potenciais á observação de muitas negociações. O jurista chega e coloca algumas inquisições de raciocínio. Enquanto as partes refletem, qualqueruma de seu flanco, o jurista torna-se um profíquo emissário. Ou logo as partes podem descobrir que concordam num assunto definitivo, sem discorrer um de seus aspectos principais.
O jurisconsulto,tentando anular a anfibologia, focaliza o aspecto não decidido e todo mundo discuti.
Recorda-se também de que empresários que deixam de sugerir e fecham um acordo, e depois tentam incluir novos termos erequisitos sugeridos pelos juristas, podem ser indiciado por renegociar a conciliação. A partir de que a estrutura da combinação (na qual os juristas insistem) é geralmente imprescindível, mas...
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