Supermercado e mercearias

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ANÁLISE DE NEGÓCIOS - SUPERMERCADOS & MERCEARIAS Elaborado por - SEBRAE/ES Data da Elaboração - Abril de 1999 Tipo de negócio - SUPERMERCADOS & MERCEARIAS Ramo de atividade - COMÉRCIO Apresentação Indicadores Conjunturais Indicadores de Recursos Humanos Indicadores de Mercado/Vendas Indicadores de Administração/Produção Indicadores de Finanças Fontes e Referê ncias Bibliográficas

APRESENTAÇÃO

O conceit o de superm ercado - comercialização de m ercadorias at ravés do sist em a de aut o- serviço - surgiu no Brasil na década de 50. O rit m o frenét ico dos grandes cent ros urbanos é o principal m ot ivador para o aparecimento deste espaço que congrega praticidade, conforto e diversidade. Vilão no passado brasileiro de inflação e especulação, hoj e se apresent aenquant o principal inst rum ent o de abastecimento do cidadão urbano, além de representar um termômetro dos índices de preços e do comportamento do consumidor. Atualmente, com o nú mero de estabelecimentos no Brasil em torno de 50.000, faturamento anual na ordem de cinquenta bilh ões de dólares e cinco mil empregos diretos, consolidase enquant o parceiro dos governos no cont role de preços earrecadação t ribut á ria; das em presas indust riais na dist ribuição de m ercadorias e dos consum idores, na m edida em que faz part e de seu cot idiano e de sua agenda semanal. No Espírit o Sant o, o set or é caract erizado por seiscent as em presas, quinze m il em pregos diret os e faturamento anual na ordem de oitocentos e cinquenta milhões de dólares. Neste ambiente e com um cenário de concent raçãoeconôm ica, result ando na fusão de em presas, form ação de redes e no surgim ent o de grandes estabelecimentos, aliada à acirrada concorrência e redução do poder de com pra do consum idor, urge posturas empresariais inovadoras, ágeis e criativas.Neste sentido, o SEBRAE/ ES apresenta esta base de conhecimento com o intuito de desenvolver ações int egradas para o set or e em t oda a sua cadeia. Est elevantamento é um a colet ânea de publicações do set or, ent revist as com dirigent es de ent idades representativas e empresários. O obj et ivo m aior é conhecer, diagnost icar e encam inhar ações e soluções int egradas e com plem ent ares ent re si. Desta forma, anexamos os principais documentos para a compreensão do setor como um todo, sem a preocupação de análise crítica e tratamento dasinformações. Considerando a sua at ualidade e referência hist órica para o set or, dest acam os a im port ância do " 1º Estudo Anual do Set or de Superm ercados", realizado em 1998 pela ABRAS – Associação Brasileira de Supermercados, ACNielsen e Price Waterhouse. A análise deste documento permite o mapeamento completo do setor em nível nacional, além de indicar possibilidades de ações est rat é gicasde planej am ent o, m arket ing, consultorias, treinamentos dos recursos humanos operacionais e gerenciais, entre outras. Apresent am os a seguir as percepções prelim inares sobre o set or, que deverã o ser enriquecidas com novas informações, comentários, críticas e sugestões.

INDICADORES CONJUNTURAIS

1 - PORTE DAS EMPRESAS DO SETOR Considerando o faturamento, as empresas do setor podem serdistribu ídas em:

30% micro e pequenas;

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35% médias; 35% grandes empresas.
Total de empresas do setor no Espírito Santo: 600 empresas. (fonte: ACAPS). Total de empresas no Brasil: 51.502 (fonte: ABRAS).

2 - EMPREGOS DIRETOS GERADOS O setor gera 655.000 empregos diretos no Brasil, e 15.000 empregos no Espírito Santo. Deve- se destacar que o setor é caracterizado pelo empregoformal com carteira de trabalho. 3 - RECEITA DE VENDAS GERADA No Brasil, a receita gerada no ano de 1998 foi de R$ 51,5 bilhões, enquanto no Espírito Santo foi da ordem de R$ 850 milhões. 4 - ENTIDADES REPRESENTATIVAS DO SETOR A ABRAS – a Associação Brasileir a de Superm ercados – represent a o set or no país, com diversos produt os e ações de apoio e fom ent o à classe. No Espírit o Sant o,...
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