Sociologia

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UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ – UESC
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO – DCIE
Curso de Pedagogia




















Movimentos sociais rurais e educação do campo como processo de politização.






















Ilhéus, BA
jan./2012
UNIVERSIDADE ESTADUAL DE SANTA CRUZ – UESC
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO – DCIE
Curso dePedagogia















Movimentos sociais rurais e educação do campo como processo de politização.



Trabalho apresentado como parte da avaliação da disciplina sociologia da educação II, ministrada pelo Profº Marcos Peres.




















Ilhéus, BA
jan./2012
Resumo: objetiva apresentar os movimentos sociais e a educação no campo. O processo depolitização a sociedade, a inclusão das praticas pedagógicas voltadas para o campo, á realidade nos assentamentos e escolas do campo. Aborda a problemática da educação do campo no Brasil principalmente no norte/nordeste onde o índice de analfabetismo é grande, enfatiza as dificuldades encontradas pelos professore e alunos e a situação precária das escolas do campo.

Palavras chave: educação;precariedade; luta; recursos.


Introdução

A Educação do Campo, defendida pelos movimentos sociais tais como Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem-Terra (MST), Movimento da Luta pela Terra (MLT), Federação dos Trabalhadores Agrícolas (FETAG), objetivam o acesso, a permanência e direito à escola pública de qualidade no campo, ou seja as pessoas têm o direito de estudar no lugar onde vivem (agricultores, extrativistas, ribeirinhos, caiçaras, quilombolas, pescadores, seringueiros etc.). A educação voltada para o campo tem conseguido ser discutida nos espaços políticos. Isso se deve aos movimentos sociais dos trabalhadores do campo, que reivindicam aos entes federados iniciativas que priorizem a educação do campo assim como a oferta de cursos profissionalizantes voltados para o campo.Valorizando os conhecimentos da prática dos que vivem na área rural. Segundo Lins (2005), no setor rural o MST, vem protagonizando ações reivindicativas por uma educação que atenda as peculiaridades de quem vive no campo. As mudanças e avanços nesse setor se deve a esses movimentos que lutam em favor de melhorias e de novas conquistas.
O Programa Nacional de Educação para a Reforma Agrária (PRONERA),consistente programa destinado a parcerias de educação no campo, com projetos voltados para a educação, alfabetização e capacitação de jovens e adultos dos assentamentos da reforma agrária, além de formação com licenciatura em educação do campo e pedagogia da terra. Apesar de algumas conquistas ainda há muito o que melhorar pois as escolas disponibilizadas na zona rural tem estruturas precárias enão estão voltadas ao propósito da educação do campo.

Está previsto na legislação fundamentada no parece CNE/CEB nº 7/2010: Educação básica do campo.

Art.35. Na modalidade de educação básica do campo, a educação para a população rural está prevista com adequações necessárias ás peculiaridades da vida no campo e de cada região, definindo-se orientações para três aspectos essências áorganização da ação pedagógica.
I – Conteúdos curriculares e metodologia apropriada ás reais necessidades e interesses dos estudantes da zona rural;
II - Organização escolar própria, incluindo adequação do calendário escolar ás fases do ciclo agrícola e ás condições climáticas;
III – Adequação á natureza do trabalho na zona rural.
Art.36. A identidade da escola do campo é definida pela vinculação comquestões inerentes á sua realidade, com propostas pedagógicas que contemplam sua diversidade em todos os aspectos, tais como sociais, culturais, políticos, econômicos, de gênero e etnia.
Parágrafo único. Formas de organização e metodologia pertinentes á realidade do campo devem ser acolhidas, como pedagogia da terra, pela qual se busca um trabalho pedagógico fundamentado no princípio da...
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