Sete anoes

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UnB / CESPE – MMA / IBAMA

Cargo: Analista Ambiental

Caderno de provas AZUL

• De acordo com o comando de cada uma das questões de 1 a 40, marque, na folha de respostas, para cada item: o campo designado
com o código C, caso julgue o item CERTO; o campo designado com o código E, caso julgue o item ERRADO; ou o campo
designado com o código SR, caso desconheça a resposta correta. Marque,obrigatoriamente, para cada item, um, e somente um, dos
três campos da folha de respostas, sob pena de arcar com os prejuízos decorrentes de marcações indevidas. A marcação do campo
designado com o código SR não implicará apenação. Para as devidas marcações, use a folha de rascunho e, posteriormente, a folha
de respostas, que é o único documento válido para a correção das suas provas.
• Nasquestões que avaliam Conhecimentos de Informática, a menos que seja explicitamente informado o contrário, considere
que todos os programas mencionados estão em configuração-padrão, em português, que o mouse está configurado para pessoas destras
e que expressões como clicar, clique simples e clique duplo referem-se a cliques com o botão esquerdo do mouse. Considere também
que não há restrições deproteção e de uso em relação aos programas, arquivos, diretórios e equipamentos mencionados.

CONHECIMENTOS BÁSICOS
Texto I – questões de 1 a 3

QUESTÃO 1

Julgue os itens a seguir quanto à organização e à progressividade
textual do texto I.

O custo ecológico das cidades
1

4

7

10

13

16

19

22

25

28

31

34

37

40

43

46

49

52

A avaliaçãodo custo ecológico de uma grande cidade
moderna nos oferece uma abordagem indispensável. A
questão é importante como avaliação de casos consumados.
E, mais relevante ainda, para oferecer opções no sentido de
frear o crescimento incontido das cidades de porte médio.
Nos países como o Brasil, onde não tem havido
qualquer preocupação mais séria com a invasão incontrolável
dos espaços ruraispelos tecidos urbanos, a situação é
particularmente crítica. Mesmo porque, para reverter o
processo, ou pelo menos contê-lo em níveis razoáveis, seria
necessária uma reforma de mentalidade administrativa,
mediante a incorporação de outras dimensões da percepção
dos fatos espaciais.
As cidades em processo rápido de crescimento no
Brasil indicam pelo menos três modalidades de crescimento
dosorganismos urbanos: um crescimento horizontal por
partilha de espaços de antigas chácaras ou glebas congeladas
para especulação, de dinâmica similar a uma mancha de óleo
em expansão; um crescimento vertical, à custa de edifícios
de muitos andares, aproveitando as facilidades aparentes
dos espaços centrais e subcentrais das cidades de porte
médio, acumulando funções residenciais em uma área depermanência duvidosa para tais funções; e, por fim, o
mecanismo de maior gravidade, a partilha de glebas situadas
em posições descontínuas, a quilômetros de distância da área
central, inicialmente semi-isoladas no meio de sítios e
fazendas, os quais, por sua vez, são espaços potenciais para
loteamentos ulteriores e instalações de unidades industriais,
com eliminação quase total das funçõesagrárias que
responderam pelo crescimento e a riqueza iniciais da própria
cidade.
No Brasil do Sudeste, até a década dos 50, as cidades
herdeiras do ciclo do café eram relativamente contidas e
funcionais, terminando bruscamente onde começava o mundo
rural. Os derradeiros quarteirões urbanos faziam contato
brusco com os primeiros e intermináveis cafezais e campos
de culturas em processo dediferenciação. Muitas vezes elas
ficavam confinadas entre a linha dos trilhos e o eixo das
rodovias: alguns quarteirões de além-linha; uns tantos
quarteirões de além-estrada. Pouco ímpeto na conquista dos
espaços rurais adjacentes.
Em 40 anos, sob o impacto de uma urbanização
agressiva, estimulada pela industrialização e pela descoberta
do valor não-agrário dos espaços rurais, tudo se...
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