Saude

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FACULDADE DE TECNOLOGIA ASSESSORITEC
ASSOCIAÇÃO EDUCACIONAL E TECNOLOGICA DE SANTA CATARINA
TECNOLOGIA EM SEGURANÇA DO TRABALHO





ALEX DE OLIVEIRA
JOÃO MARIA DE OLIVEIRA
Professor Ednelson






SAÚDE DO TRABALHADOR ENTRE OS ANOS DE 1943/1977



JOINVILLE
2012























SÚMARIO


1.INTRODUÇÃO.................................................................................................. 4

2. DESENVOLVIMENTO.................................................................................... 5

3. CONCLUSÃO..................................................................................................... 11

4.REFERÊNCIA.................................................................................................... 12













1. INTRODUÇÃO
Ao longo dos anos houve sempre que preocupasse com a saude dos trabalhadores, de forma que foram tomadas iniciativas bastante modestas.
No Brasil a higiene ocupacional do trabalhador foi reconhecida apartir do ano 1994 com a criação da Associação Brasileira de Higienistas ocupacionais (ABHO). Com a modificação da NR-9 transformando-a em um progamade prevenção de riscos ambientais. Mas neste vamos ver que há decadas passadas já se falava da sáude ou higiêne ocupacional, não com tanta frequência, mas já se dava o vislunbre no que diz respeito a integridade física do trabalhador.












2. DESENVOLVIMENTO
O Decreto - Lei n. 5.452, de 1º de abril de 1943, aprovou a CLT, elaborada pelo Ministério do Trabalho, Indústria eComércio e que elaborou também o primeiro projeto de Consolidação das Leis da Previdência Social. Foi com o advento da CLT, em 1943, que no Brasil as atividades destinadas a prevenir acidentes do trabalho e doenças ocupacionais foram realmente institucionalizadas.
O crescimento das indústrias resultou no aumento do número de trabalhadores urbanos,
o que, consequentemente, trouxe novaspreocupações para o governo brasileiro. É nesse cenário que surge no país, em 1943, a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e, com ela, as primeiras referências à higiene e segurança no trabalho.
Na década de 1940, também emergem as Comissões Internas de Prevenção de Acidentes (Cipas), organizadas pelas empresas. A Portaria do Ministério do Trabalho que criou as Cipas foi estruturada pela AssociaçãoBrasileira de Medicina do Trabalho e é considerada uma das medidas mais efetivas no contexto das ações para prevenção dos acidentes do trabalho. As primeiras comissões trouxeram bons resultados e incentivaram a realização de congressos sobre prevenção de acidentes. Os médicos passaram a se dedicar mais às doenças específicas dos trabalhadores, principalmente àquelas que atingiam um grupo maior na época,como era o caso da intoxicação por chumbo. Tal preocupação obrigou os médicos a aprimorar seus estudos e as empresas a investir na Saúde Ocupacional.
Em 1944 surge a terceira lei de acidentes do trabalho no Brasil, com o Decreto Lei 7.036, de 10 de novembro, que, no seu artigo 82, reformou a legislação sobre o seguro de acidentes do trabalho. Foi a primeira lei a tratar especificamente doassunto, quando obrigou as empresas a organizarem comissões internas com o objetivo de prevenir acidentes. Determinou que as empresas com mais de 100 funcionários constituíssem uma comissão interna para representá-los, a fim de estimular o interesse pelas questões de prevenção de acidentes.
Essa Comissão foi então regulamentada, pela primeira vez, pela Portaria 229, baixada pelo então DepartamentoNacional do Trabalho, de onde recebeu sua denominação utilizada até hoje: Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (CIPA).
Normalmente, as empresas que instalavam uma CIPA deixavam-na sob os cuidados do Departamento de Pessoal ou da Assistência Social da empresa. O Serviço Social da Indústria - SESI e a Associação Brasileira para Prevenção de Acidentes - ABPA destacaram-se em colaborar com...
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