Revolta de beckham

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UNIVERSIDADE ESTADUAL DO MARANHÃO – UEMA

CURSO DE HISTÓRIA

DANILO DA SILVA MORAES
LEANDRO ELIAS ALVES ARRAIS
LUCAS GOMES CARVALHO PINTO
NATASHA NICKOLLY ALHADEF SAMPAIO MATEUS
YURI GIVAGO ALHADEF SAMPAIO MATEUS

MARANHÃO COLONIAL

SÃO LUÍS, NOVEMBRO DE 2012

DANILO DA SILVA MORAES
LEANDRO ELIAS ALVES ARRAIS
LUCAS GOMES CARVALHO PINTO
NATASHA NICKOLLY ALHADEF SAMPAIO MATEUSYURI GIVAGO ALHADEF SAMPAIO MATEUS


MARANHÃO COLONIAL

Trabalho apresentada para obtenção de nota da disciplina de Maranhão Colonial do curso de História do Centro de Educação, Ciências Exatas e Naturais - CECEN da Universidade Estadual do Maranhão - UEMA
Orientador: Prof. Dr. Carlos Alberto Ximendes

SÃO LUÍS, NOVEMBRO DE 2012

1 INTODUÇÃO
A Revolta de Beckman é considerada pelahistoriografia Brasileira, uma revolta de caráter nativista, sendo, portanto de valiosa contribuição para o entendimento não só da história do Maranhão no período colonial, mas também do Brasil visto como um todo também nesta época. Neste sentido, este trabalho pretende mostrar de maneira sucinta como ocorreu tal revolta, bem como seus antecedentes e suas principais características.

2RETROSPECTIVA DA HISTÓRIA DO MARANHÃO
O processo de colonização do Maranhão foi caracterizado por muitos conflitos e tensões. Após a descoberta do Brasil pelos portugueses, nota-se certo “desprezo” por parte dos portugueses, pois estes não encontraram de imediato riquezas que pudessem ser logo utilizadas para suas necessidades e ambições.
Desde o início da colonização podemos observar que as invasõesforam constantes no Maranhão dentre essas, a invasão francesa que 1612 com uma expedição organizada por Daniel de La Touche e padres capuchinhos, fundaram a França Equinocial que durou três anos. Nesse período esse empreendimento também teve objetivos econômicos, a colonização francesa não teve vida longa e foram expulsos no despertar da metrópole pela colonização do Maranhão.
Em 1615 os portuguesescomeçam a organizar a administração da colônia que até então tinha sido deixada para segundo plano. Essa organização passou a ser desde sua administração política como econômica, nisto observar-se uma dinâmica que ocorrera dentre colônia onde os interesses de uns se chocaram com outros.

3 ECONOMIA MARANHENSE
A economia do Maranhão Colonial pode ser dividida em duas fases de acordo com atradicional divisão do período colonial Maranhense. Neste sentido, sua primeira fase se inicia em 1615 como a expulsão dos franceses pelos portugueses e vai até 1755 quando se principia a segunda fase cujo marco fundador é a intervenção pombalina na economia a partir da criação da Companhia Geral de Comércio do Grão-Pará e Maranhão e se estende até o inicio do século XIX. A Revolta de Beckman ocorreu nocontexto da primeira fase econômica maranhense. Esta, ao contrário de sua sucessora é caracterizada pelo atraso econômico e pela situação de miséria em que a capitania maranhense se encontrava.
No que se refere ao povoamento, o Maranhão dessa época se encontrava pouco povoado tendo em vista que o processo de ocupação portuguesa ocorreu de maneira lenta uma vez que a terra maravilhosa prometidapela metrópole não foi encontrada. Assim, entre 1718 e 1722, os principais núcleos populacionais do Maranhão eram as vilas de São Luís, Santo Antônio de Alcântara, Santa Maria de Icatu, pequenas povoações nas margens dos rios Itapecuru, Mearim, Pindaré e Munim e nas regiões do sul da capitania (FARIA, 2003).
No que tange a economia em si nesta fase, as principais características desta são apresença de uma economia de subsistência que é assinalada pelas as plantações de gêneros como mandioca, milho e arroz, sendo que este ultimo era do tipo “arroz vermelho” que devido a sua baixa qualidade era rejeitada pelo mercado internacional. De acordo com Regina Faria (2003), nesta época havia também a presença do cultivo de cana-de-açúcar, apesar de sua produção apresentar um desempenho modesto;...
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