Resumo economia brasileira

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Economia Brasileira

Rodolfo da Silva Alonso

Resumo Capítulo 1 – A empresa Mercantil, colonial e escravocrata(Economia Brasileira, Lacerda;Antônio Corrêa de, Saraiva)

No sec. XVI a Península ibérica era um dos agentes mais dinâmicos do capitalismo comercial, o Brasil de domínio Português foi inserido na empresa mercantil e figurava como uma das peças centrais do mosaico criadopelos portugueses.
A acumulação primitiva gerada nas colônias determinou um dos veios mais significativos da acumulação geral do capitalismo. O Brasil participou e virou um pólo exportador de riquezas para a Europa e depois veio a constituir a Matriz da estrutura colonial do país.
Há 03 casos de construção do modo de produção capitalista: Clássico,Prussiano e o Colonial.
Os paíseslideres do capitalismo desenvolveram seus modos pela via clássica.A via Prussiana foi seguida pelos países de industrialização retardatária enquanto a via Colonial somava o atraso democrático, econômico sendo que existem algumas semelhanças entre o modo prussiano e colonial.
Os textos clássicos falam sobre a ocupação territorial durante a colonização da América com base na divisão entrecolônias de povoamento e de exploração
As colônias de povoamento caracterizavam-se pelo povoamento, era a busca de um novo lar por pessoas que queriam fugir dos conflitos internos da Europa.
Já as colônias de exploração centravam- se na produção de gêneros que interessavam ao mercado internacional, devido a grande diversidade obteve-se vários tipos de gêneros diferentes e atrativos consideradosartigos de luxo como, por exemplo, o açúcar pois produtos como este traziam altas taxas de retorno.
A idéia de povoar as terras Brasileiras não surgiu de imediato mas sim quando começou a surgir disputas de novos aventureiros de além mar, então veio a necessidade da ocupação efetiva do solo e construção de laços para estabelecimento de feitorias.
A notícia de existência de riquezasmetálicas espalhou-se pela Europa e aumentou a cobiça em relação ao outro lado do atlântico, as colônias tornaram-se alvos de possíveis invasões européias.
Os analistas da economia política sustentaram a importância da transição do feudalismo para o capitalismo, as trocas mereciam destaque porém o desenho estaria incompleto se não fosse adicionado os fatores internos e externos que facilitariama realização deos grandes empreendimentos capitalistas.
A Burguesia constituída nos marcos do capitalismo viu seus anseios de classe social serem traduzidos pela economia política do mercantilismo por meio de uma legislação que era o reflexo dessa política: O estado absolutista.
Entre as ações destaca-se o Bulionismo, balança comercial e balanço de pagamentos favoráveis e o pactocolonial os quais somados criavam-se tarifas, selos e atos reguladores, realizavam o projeto da força econômica emergente assim tornando-se as tarefas da acumulação originária.
Depois do período da busca dos metais cresceu o desejo pelas garantias de sempre obter saldo na balança comercial assim as exportações de bens foram incentivadas e as importações inibidas.
O colonizador sistematizou opacto colonial para os interesses dos europeus criando alternativas que permitissem auferir o lucro almejado, umas dessas soluções foi o extrativismo mais tarde Plantation.
Desde o inicio o maior problema foi mão de obra sem esse efetivo pouco teriam valido a experiência Lusitana e o capital neerlandês, a mão de obra nativa não se apresentou como uma solução.Houve-se várias tentativas deaproveitamento principalmente mão de obra indígena porém o esforço necessários para com os indígenas não compensavam e boa parte dos colonizadores resolveram essa necessidade com o uso dos escravos africanos.
No inicio era escasso o fornecimento desse tipo de mão de obra, mas com o tempo os traficantes atenderiam com maior regularidade a demanda brasileira por escravos.

Resumo Capítulo...
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