Resenha: habermas, o agir comunicativo

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  • Publicado : 3 de dezembro de 2012
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Jürgen Habermas. Racionalidade e “agir comunicativo”.
Habermas defende“a abordagem cognitivista da ética contra as manobras de evasão dos céticos relativamente aos valorese busca resposta para a questão: em que sentido e de que maneira podem ser fundamentados os mandamentos e as normas morais”(Habermas,1989:78).
Primeiro o autor visa lembraro papel das pretensões de validez normativas na prática quotidiana (Ib, p78). A validez de uma norma pode ser resgatada discursivamente e “depende de sua capacidade demobilizar, num dado contexto tradição, razões que seja suficientes pelos menos para fazer parecer legitima a pretensão de validez no circulo das pessoas a que se endereçam” (Ib,p83).
Depois fala do principio da universalização como o principio ponte que torna possível o acordo em argumentações morais(Ib. p78). As argumentações morais devem expressaruma vontade comum, vontade esta promovida pela argumentação real em que há a participação de todos. Aquilo que todos querem de comum acordo se transforma em uma leiuniversal(Ib. p88)
Observando as considerações de Tugendhat busca mostrar que as fundamentações morais dependem de argumentação por razões internas relativas a possibilidade dediscernimentos morais (Ib, p78). Esse autor, no entanto, “priva a validez da norma de seu sentido cognitivo e insiste na necessidade de justificar as normas” (Ib, p95)
Afirmaque“as regras do Discurso tem um conteúdo normativo; que elas neutralizam o desequilíbrio de poder e cuidam da igualdade de chances de impor os interesses próprios de cadaum”(Ib,p92). Por fim, lembra que por meio das regras de argumentação para discurso pratico na qual se arraigada a idéia de imparcialidade, chega se ao igualmente bom para todos
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