Resenha do Livro Pequeno principe

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 3 (638 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 8 de setembro de 2015
Ler documento completo
Amostra do texto
Resenha do Livro: O Pequeno Príncipe de Antoine de Saint-Exupéry

O pequeno Príncipe, é um livro em que o imaginário é trabalhado de tal maneira que possibilita inúmeras interpretações por parte doleitor jovem e, também, por parte do adulto, que se dedica à função de educar, de formar, instruir, transformar através do conhecimento. Saint-Exupéry argumenta que, na condição de adultos, devemospensar na criança que um dia já fomos.
Devemos proceder a uma leitura do imaginário, a interação entre a verdadeira pedagogia e a filosofia, pautado pelo existencialismo. É somente mediante aconjunção dessas formas de pensar e de praticar o ato de instruir que se pode atingir o homem-criança ou a criança-homem por inteiro. Para isso a conjunção do real com o imaginário é imprescindível.
As criançaspossuem-na na própria essência, à medida que a vivem, em determinada fase, sem estabelecer limites entre o real e o imaginário. Entanto, por fatores sociais e até educacionais, em vez de o imaginárioampliar-se com o tempo, uma vez que a ele deveria conjugar-se a imaginação e a fantasia, tende a desaparecer-se, se não for estimulado e cultivado pela leitura e por outros processos imagéticos, emque a criatividade é fundamental. O jogo entre real e imaginário e imaginário e real, através da jogada magistral criança-adulto-adulto-criança, começa com a dedicatória de O Pequeno Príncipe. O lúdicoinicia com a desculpa às crianças por dedicar o livro a um adulto; mas adulto que é amigo, que é capaz de entender as crianças e os livros para crianças e, sobretudo, que tem fome e frio. Sãojustificativas mais que suficientes para inserir o discurso entre imaginário e realidade e criança e adulto.
            Por outro lado, já nas justificativas à dedicatória, lançam-se problemas que dispõemcriança e adulto à reflexão filosófica em torno da amizade, uma vez que se dedica um livro somente a quem realmente é amigo. Depois, insere o leitor em outra grave dimensão ao homem, ao colocá-lo...