Resenha do filme um homem contra deus

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UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA – UNEB

DEPARTAMENTO DE EDUCAÇÃO – CAMPUS VIII

CURSO: BACHARELADO EM DIREITO

DISCIPLINA: DIREITO CIVEL IV

DOCENTE: JOLMA BOAVENTURA BONFIM

DISCENTE: RAFAEL ADEODATO GARRIDO

TRABALHO SOBRE O FILME:

“UM HOMEM CONTRA DEUS”

Paulo Afonso - BA

Fev. / 2010RAFAEL ADEODATO GARRIDO

TRABALHO SOBRE O FILME:

“UM HOMEM CONTRA DEUS”

Trabalho apresentado ao curso de Bacharelado em Direito, da UNEB, 5° período, turno matutino, como avaliação na disciplina Direito Civil IV, sob a orientação da professora Joelma Bonfim.Paulo Afonso

Fev. 2011

1-) Identifique o posicionamento dos advogados que atuam no filme (seguradora, Igreja, consultado pelo autor do processo, rábula).

O rábula, no filme Um home contra Deus, é Steve Meyrs, que ao saber que a seguradora não iria pagar o prêmio ao qual achava que tinha direito por conta de seu barco tersido destruído por um raio, ajuizou uma ação contra Deus, pois segundo o argumento da seguradora quando um bem segurado sobre um dano ocasionado por evento da natureza, ou por um “ato de Deus”, tal dano não será reparado pela seguradora, pois o contrato firmado prevê expressamente que os atos de Deus, não são cobertos nas apólices de seguro. Steve usa ação para provocar as seguradoras e as Igrejas,busca, sem ter noção da repercussão que irá gerar, obter justiça, sendo ressarcido pelo prejuízo que teve. No entanto, o faz sem ser habilitado para tanto, usando mais do sentimento de injustiça do que do conheço jurídico para levar a frente seu pleito, seu ímpeto por justiça não possibilita que perceba a dimensão da sua causa, e o que esta
Advogado da seguradora: sustenta a tese de que odireito tutela os atos de Deus, com excludente da responsabilidade destas para com seus segurados, afirmando que já uma questão pacifica nos tribunais, e nada a de ser feito neste ponto. Busca desacreditar o autor da ação, trazendo fatos passados da sua vida a tona, a fim de demonstrar que Steve é um sujeito com uma conduta moral questionável, além de tentar demonstrar que a jornalista que apóiaSteve tem motivos pessoais para fazê-lo,e não estar movida pelo simples sentimento de justiça
O advogado consultado pelo autor do processo, é seu irmão, desacredita totalmente no intento do autor de buscar a qualquer custo que seu prejuízo seja reparado, tanto que tenta persuadir, o autor, para que desista da ação, no entanto num momento seguinte, procurado pela o advogado da Igreja,cogitaaté mentir em juízo para obter vantagens profissionais .
Advogado da Igreja: como não poderia deixar de ser, sustenta como tese principal que Deus existe, até porque negar isto seria negar a própria Igreja, porém afirma que Igreja não pode ser responsabilizada pelos “atos de Deus”, pois Ele uma entidade, e Igreja apenas segue seus designo, sustenta também que Deus não é uma pessoa natural, epor isso não poderia ir a julgamento, assim sendo a ação deveria deixar de existir, já que falta um dos seus pressuposto de constituição.

2º) Como pode ser discutido “atos de Deus” no ordenamento jurídico brasileiro?

No Direito pátrio há previsão dos “atos Deus”, no entanto com outros nomes, que são os motivos de força maior, e a Teoria da imprevisão, que assevera que numa relaçãocontratual podem existir fatos, ou atos, que ocorram independente das vontades das partes, e que alteram o equilibro da relação contratual.
A teoria da imprevisão consiste em asseverar que acontecimentos ulteriores à formação do contrato, independentemente da vontade das partes, de tal forma extraordinários e anormais que era impossível aos contrates tornava prevê-los de maneira razoável...
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