Resenha critica das cartas de hernan cortez

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  • Publicado: 30 de setembro de 2012
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Universidade Federal do Piauí – UFPI
Centro de Ciências Humanas e Letras - CCHL
Departamento de Geografia e Historia
Disciplina: História da América Latina



Resenha Critica
De: Aloísio da Rocha Oliveira Junior

Teresina 16 de abril de 2012
Este trabalho tem como objetivo fazer um apanhado em forma de resenha critica, não me preocupando muito com acontecimentos pontuais mais sim comas mentalidades e representações que estavam por traz daqueles acontecimentos, dos textos que são: A Segunda e Terceira Carta de Hernan Cortez, que foram enviadas ao rei da Espanha, e o texto A Conquista da America Latina vista pelos Índios que tem como autor Miguel León-Portilla, proposto pelo professor da disciplina Ernani Brandão, tendo em vista a leitura dos dois textos pretendo confrontar avisão dos dois lados da mesma estória que são os Índios (Astecas) e os espanhóis (Hernan Cortez) que são os relatores destas escritas que a nós chega como versões deste acontecimento, que foi a chegada e conquista das Américas pelo homem branco.
Começando pela visão do que chega a estas terras, Cortez se mostra primeiramente maravilhado com a quantidade de pessoas que aqui habitavam eprincipalmente com a organização que demonstram tanto social como comercial, possuindo nas principais cidades Astecas, uma população bem superior a muitas das maiores cidades por ele conhecida na Europa, e essa comparação novo mundo e velho mundo não fica só por ai, Cortez quase sempre que relata uma característica ou costume dos aborígenes se reporta em forma de comparação aos seus, ou seja, aos costumeseuropeus quando não o faz em relação ao europeu faz em relação ao africano chegando a dizer que “sendo gente muito melhor do que a da África”, assim logo-logo identificando “mazelas” que confrontava a vontade do “verdadeiro e único Deus” que é o Deus cristão, assim chegando ele dizer que libertaria o povo de um rei que os fazia por força e sacrificava seus filhos para ídolos falsos e que clamavampor um defensor e que tinham noticia de sua alteza e queria aceita-lo como grande líder verdadeiro.
Claro que Hernan Cortez estava, em sua escrita, repleto de exaltação aos seus próprios feitos e um demasiado enfeitismo em seus relatos, mais de sua propriedade era, pois afim de um lugar em destaque quando voltar à Espanha, para isso teria sim de exaltar seus feitos. Mas o que também é muitointeressante nestes relatos é que percebi um ponto que ambos os lados relatam de forma bem parecida reafirmando ainda mais o que poderia ter ocorrido naquele momento: o momento da chegada de Cortez a cidade de Tenochititlan onde ambos, índios e ele próprio, relataram uma recepção calorosa e principalmente respeitosa à Cortez, onde gente de todas as classes e patentes os cumprimentavam, pois neste momentoeles ainda acreditavam na divindade de Cortez e de todos que o acompanhava, pois a chegada dos espanhóis coincidia em muito ao que previa seus religiosos e por conta de presságios citados por um asteca em um dos textos mostrado no livro de León.Cortez desde sempre mostra interesse em conhecer Montezuma o líder das federações asteca dado como um rei deus, Hernan claro não o respeitava como e comsua grande astucia logo percebeu um modo de submeter-lo a suas vontades, pois neste momento Cortez já se fazia ciente das crenças dos astecas que o via como um deus que retornara e do receio de Montezuma em relação a sua chegada.
Pode-se perceber que sempre os espanhóis viam os nativos como inferiores, por mais que em alguns momentos é demonstrado encanto, encanto que se deu muito na área daarquitetura das cidades que eram imensas e suntuosas e também na organização destas mesmas, como um grande mercado central, policiamento e até uma casa de julgamento, chegando a dizer até que palavras não poderiam descrever o que via, mas baseado principalmente na fé cristã e em seu rei representante deste deus, eles o viam como seres sem luz e que todos aqueles imensos templos de adoração a ídolos...
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