Resenha - contra q inimigo comum

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ETEC FERRAZ DE VASCONCELOS
ENSINO MÉDIO







CONTRA Q INIMIGO COMUM










FERRAZ DE VASCONCELOS
2012












CONTRA Q INIMIGO COMUM


Trabalho apresentado ao Ensino Médio, como forma de avaliação parcial da competência de História, Ministrada pela Professora Francesly, para obtenção parcial de nota.FERRAZ DE VASCONCELOS
2012
Contra o inimigo comum
Contra q inimigo comum começa falando sobre uma pesquisa feita nos Estados Unidos, onde em Janeiro de 1939 perguntaram quem os americanos queriam que ganhasse se houvesse uma guerra entre União Soviética e a Alemanha, e 83% dos americanos desejariam uma vitória soviética e 17% Alemã.
O texto se passa em um século dominado porconfrontos entre o comunismo anticapitalista (representado pela URSS) e o capitalismo anticomunista (representado pelos EUA), não se parecia nenhum pouco anormal a população fazer declaração de simpatia, ou mostrar preferência pelos EUA que era um país rigorosamente anticomunista e pela qual a economia era capitalista. E nesse mesmo momento a URSS estava sendo considerada por consenso geral por estarem sua pior fase.
Este momento sem dúvida foi um período histórico excepcional, porém durou pouco tempo (nesse momento ocorreu o reconhecimento da URSS pelos EUA, e os dois campos ideológicos se declararam inimigos da “guerra fria”), em outras palavras entre 1935 a 1945 foi determinada pela ascensão e queda da Alemanha, contra a qual os EUA e URSS fizeram uma causa comum, pois a viam como umgrande perigo. O que tornou a união da URSS e EUA contra a Alemanha foi o fato de a mesma ser um país cuja politica e ambições eram determinadas por sua ideologia, melhor dizendo era uma potencia fascista. Com esses acontecimentos muitas coisas foram deixadas de lado, e se tinha um foco, e ele era de como se combater a Alemanha, muitos países acabaram envolvidos mesmo sem querer e alguns foramproibidos de participar da Segunda Guerra Mundial (foi o conflito entre os EUA e URSS juntos contra a Alemanha).
Com o passar do tempo, tornou-se claro que havia mais motivos para tal guerra, às linhas cruciais na mesma não foram traçadas entre o capitalismo como tal e a revolução social comunista, mas entre famílias ideológicas, se encontrava de um lado os descendentes do iluminismo e do outro seusadversários. Entretanto a guerra não era entre capitalismo e comunismo, mas entre “progresso” e “reação”.
Querendo ou não a guerra se tornou internacional, pois em essência gerou as mesmas questões na maior parte dos países ocidentais. Foi considerada uma guerra civil, pois as linhas que separavam as forças pró e antifascistas cortavam cada sociedade.
A guerra aconteceu em um período quepatriotismo não tinha quase nenhuma importância, e com isso ao fim da guerra muitos países europeus acabaram sendo comandados por homens que já haviam sido rebeldes. Com muitos homens optavam pela lealdade ao comunismo (URSS).
“Os espiões de Cambridge e, provavelmente com maior efeito prático, os membros japoneses do círculo de espiões de Sorge foram apenas dois entre muitos exemplos. Por outro lado,inventou-se o termo especial “quisling” nome de um nazista norueguês para descrever as forças políticas dentro de Estados atacados por Hitler que preferiram mais por convicção do que por oportunismo, juntar-se ao inimigo de seu país.” (HOBSBAWM, 1995, P.146)
O patriotismo nacional se dividiu, conservadores fortemente imperialistas e anticomunistas como Winston Churchill e católicos como DeGaulle, que optaram por combater a Alemanha não por animosidade especial contra o fascismo, mas por conta de “uma certa Inglaterra”. Mesmo para esses conservadores a guerra ainda era uma guerra civil. Ao ir a Londres e ter tentado combater a Alemanha De Gaulli estava praticando um ato de rebelião contra França, que decidiu encerrar a guerra e foi apoiada por sua população francesa, porém Winston...
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