Relatorio mensal de atividades

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UNIP/Pólo Morro do Chapéu, Bahia – Sétimo Semestre

Serviço Social hospitalar no fortalecimento das leis que amparam os direitos do paciente internado do Hospital Maternidade São Francisco de Assis.

Valneir Ferreira da Cruz

I Capítulo

Neste capitulo, será abordada a trajetória histórica da Política de saúde no Brasil dando ênfase a intervenção do Assistente Social na área de saúdeprincipalmente em hospitais e as políticas publicas que estes profissionais se utilizam em seu cotidiano lidando com pacientes internados.

1- A trajetória Histórica da Política e Saúde no Brasil.

Aconteceram varias mudanças de transformações na saúde até chegar ao sistema dos dias de hoje, muitos avanços foram feitos e ainda há muito que melhorar. Dentro deste contexto acentuou-se a presençado profissional do Serviço Social na rede pública principalmente em hospitais. Onde sua demanda é muito grande especialmente na área de internação por ser uma área mais solicitada e requer muito do profissional, pois atende os pacientes internados e também dar muito atenção aos seus familiares, alem de tentar solucionar da melhor forma possível os problemas gerados para ambos durante o período deinternação.
Para entender o sistema de saúde utilizado hoje e necessário o conhecimento do processo histórico que ocorreu para chegarmos ao atual modelo de saúde.
Durante o período Militar a saúde não era direito de todos, só quem tinha carteira assinada e pagava a previdência social era prometida a assistência medica. O restante da população só pagando ou se sobrasse dinheiro para oMinistério da Saúde, os Governos estaduais e Municipais e os hospitais assim podiam fazer alguém tipo de atendimento. As partes que não podia pagar e não tinha plano de previdência era chamado de carente ou indigente.
Na década de 70 com o grande crescimento dos serviços médicos privados em especial hospitais e que estavam ligados a esfera federal pelo INAMPS – Instituto Nacional de Assistência Médica daPrevidência Social. Não tinha interesse em que o serviço público funcionasse. Em prol dos privados. Os centros de saúde públicos, ambulatórios e hospitais ficaram desprotegidos e começaram a piorar.
Em 1986 realiza-se a VIII Conferência Nacional de Saúde que introduz a saúde na vida de toda a população, propondo além do Sistema Único, a reforma Sanitária.
Em 1988 com a constituição federal,incorpora-se grande parte das reivindicações do movimento sanitário, como redução do setor privado, universalização do atendimento, descentralização política e administrativa do poder decisório que acabou com a criação do sistema unificado e descentralizado de saúde (SUDS), e depois Sistema Único de Saúde (SUS). Mais no final da década de 80, algumas desconfianças surgiram sob o projeto de reformasanitária devido à fragilidade das medidas reformadoras em curso, a ineficácia do setor publico, as tensões com os profissionais de saúde, a redução do apoio popular, pois não houve melhoria da atenção a saúde, e reorganização dos setores contrários aos interesses dos empresários hospitalares ao definir que a participação do setor privado deverá ser complementar, sendo vedada a destinação derecursos públicos para subvenção as instituições com fins lucrativos.
Segundo Bravo, 2006, nos anos 90, com a reforma do Estado Neoliberal todas as propostas construídas na década de 80 são desconstruídas. A saúde vincula-se ao mercado, surge à utilização de agentes comunitários para reduzir os custos, o governo torna-se omisso na regulamentação e fiscalização das ações de saúde, e divide o SUS emdois setores: O básico e o hospitalar.
A constituição Federal do Brasil em seu Art. 196, afirma que: “A saúde é direito de todos e dever do estado, garantindo mediante políticas sociais e econômicas que visam à redução do risco de doença agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para a sua promoção, proteção e recuperação”.
O Sistema Único de Saúde, segundo definição...
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