Relatorio de estagio

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UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA
PROGRAD - Pró-Reitoria de Graduação DIRPS - Diretoria de Processos Seletivos

PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO PARA CONTRATAÇÃO DE FUNCIONÁRIOS FAEPU

20 de fevereiro de 2011
Início: 9 horas Duração: 3 horas

TIPO 1
TÉCNICO EM RADIOLOGIA RADIOLOGIA

SÓ ABRA QUANDO AUTORIZADO
LEIA ATENTAMENTE AS INSTRUÇÕES

1 - Verifique se este caderno contém umtotal de 40 questões. 2 - Fique atento aos avisos a serem feitos pelo chefe de setor. 3 - Após ser autorizado, abra o caderno, verifique o seu conteúdo e solicite imediatamente a troca caso faltem folhas ou existam falhas na impressão. 4 - Transfira cada uma de suas respostas para a Folha de Respostas conforme as instruções lá contidas. 5 - Para se dirigir aos fiscais, levante o braço e aguarde seratendido. 6 - O candidato que for flagrado com telefone celular ou outro aparelho eletrônico, “mesmo desligado”, terá a sua prova anulada. Não leve o celular ou outro aparelho eletrônico para o banheiro, pois o porte destes, nessa situação, também ocasionará a anulação da prova. 7 - Ao término da prova, este caderno deverá ser levado pelo candidato. OBS.: os fiscais não estão autorizados a darinformações sobre esta prova.

Processo Seletivo Simplificado para Contratação de Funcionários FAEPU - Técnico em Radiologia

TIPO 1

LÍNGUA PORTUGUESA
Estamos vivendo um embate entre proibir a distribuição gratuita das sacolas plásticas ou vetar a circulação daquelas sacolinhas que estiverem fora das normas estabelecidas pela ABNT. Em minha opinião, a proibição de gratuidade, que tramita naCâmara Municipal de São Paulo, é uma proposta inadequada, incompleta, cria um desequilíbrio do ponto de vista da sustentabilidade e uma expectativa de que bastaria somente deixar de utilizar as sacolinhas para salvar o planeta. Isso deseduca. Entretanto, a discussão não encara os grandes gargalos da gestão de resíduos e da poluição na cidade e não encaminha medidas concretas no sentido de reduzir,reutilizar, reciclar. Defendo a rejeição desse projeto por acreditar que a gestão de resíduos é um processo muito mais complexo, que envolve todas as cadeias produtivas: indústria, trabalhadores do setor, comércio, consumidores e, necessariamente, o poder público. Essa proibição não soluciona questões ambientais, pois coloca a responsabilidade da gestão do resíduo apenas sobre a sacolinha, que estáse tornando a grande vilã. Nenhum material pode ser descartado na natureza, e seu destino final deve ser conduzido de forma adequada. No âmbito social, gera violento impacto sobre os trabalhadores do setor, causando desemprego e promovendo um “dumping” social, que poderá acarretar a demissão de mais de 20 mil funcionários diretos, já que são as pequenas empresas que produzem as embalagens, o queleva à transferência de empregos para outros países. No meio desse debate está o consumidor, que já paga o valor da sacola, incorporado ao preço dos produtos. Agora, se as redes ainda cobrarem, ele pagará duas vezes, sem restituição. Estima-se que a sacolinha seja o quarto item na formação dos custos dos supermercados. É um presente do Papai Noel ao comércio e um golpe contra o bolso do consumidor.Mesmo se as sacolinhas, distribuídas “gratuitamente”, saírem de cena, outros sacos plásticos as substituirão, pois o cidadão aprova as embalagens e as reutiliza, em especial para separar o que é reciclável e acomodar o lixo doméstico. É importante destacar que, na última década, funcionaram na Câmara três CPIs e cinco comissões de estudo sobre gestão do lixo e meio ambiente. Nenhum relatórioindicou as sacolinhas como o problema central pelos danos ao meio ambiente da cidade. São Paulo está atrasada em todo o programa de gestão de resíduos. Tudo porque os investimentos foram adiados, com a intenção de criminalizar o contrato de gestão do lixo na cidade, assinado em 2004. Essa medida compromete seriamente a questão ambiental. Acredito que essa é uma tentativa de tirar o foco dos grandes...
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