Psicopatologia do trabalho e a peste emocional

1823 palavras 8 páginas
www.psicologia.com.pt
Documento produzido em 26-01-2007

PSICOPATOLOGIA DO TRABALHO
E A PESTE EMOCIONAL
(2006)
Francisco Tosta
Graduado em Administração de Empresas pela PUC/PR, Brasil
Acadêmico de Psicologia da Universidade Tuiuti do Paraná, Brasil
A frequentar a especialização em Psicologia Corporal, no Centro Reichiano, Curitiba/PR, Brasil
Contactos:
franciscotosta@brturbo.com

RESUMO
O presente artigo, baseado numa revisão teórica, tem como objetivo abordar as psicopatologias do trabalho e a suas relações com a peste emocional. Pretende-se, a partir de uma visão Reichiana, indicar as questões coletivas que promovem as doenças no ambiente organizacional, suas conseqüências que abrangem todo o cotidiano dos seres humanos inseridos dentro destas organizações, bem como, algumas particularidades da própria enfermidade.

Palavras-chave: Psicopatologia, trabalho, doenças, peste emocional

INTRODUÇÃO

A psicopatologia do trabalho e a peste emocional refletem a sua própria história, tiveram muita ênfase na Revolução Industrial, onde os meios de produção ocasionavam grandes perdas humanas, incluindo crianças. Levando o proletariado a se organizar para reivindicar uma reforma no trabalho. As lutas dos trabalhadores indicavam que o sistema político e econômico provocava as desordens do bem-estar e possibilitavam as doenças das massas.

Francisco Tosta

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Segundo Reich:
“No moderno sistema social, faltam todas as condições prévias; que, em suma, só a mudança radical das instituições e ideologias sociais (mudança que depende do êxito das lutas políticas de nosso século) criará as condições necessárias a uma ampla profilaxia das neuroses”.(REICH, 2004, p. 3).

Há de se perguntar o porquê, da submissão do homem a tantas desordens psíquicas que agem contra a sua saúde mental e corporal, de forma consciente e inconsciente.
Ainda segundo o mesmo autor:
Porque o homem é, antes

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