Psicologia

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CQMD EAD1

Psicologia Social
Pr ofessor a Ma. Kar em A. G. Rojas

Exper iências da Psicologia Social
Exper iência, Psicologia, Sociedade. 1

Slide 1 CQMD EAD1 Esta é a abertura básica das Apresentações, você só precisa substituir os textos conforme indicado. Lembre-se que somente uma única fonte será aplicada em toda a apresentação, a Arial Rounded MT Bold.
Coordenação de Qualidade emMateriais Didáticos EAD; 14/6/2010

Objetivos de Apr endizagem
Compr eender a atuação do psicólogo social em uma per spectiva cr ítica. Entender a inter venção psicológica no âmbito escolar . 2

Analisar a pr ática psicológica no tr abalho. Per ceber a pr ática psicológica social nas comunidades.

3

Não é o lugar que define a postur a de um pr ofissional embor a nem todos pensem assimé antes a capacidade de r efletir cr iticamente sobr e teor ias,

4

métodos e pr áticas, avaliando r esultados e pensando a acer ca das necessidades do país em que nos encontr amos. (Eizir ik, 1988, pág. 33)"

Disponível em: natanry.blogger.com.br

5

Contr ibuições da Psicologia à Educação.

6

Psicologia como ajustamento pr evenção de desor dens.

ou

7

[...] umainfluencia bastante nefasta, pois os pr oblemas de escolar ização passar am a ser localizados basicamente nos pr ópr ios alunos e em sua famílias, ger almente vistas como desor ganizadas e desestr utur adas. (ANDALÓ, 1997)

8

Contr ibuiu par a manter a or dem social vigente.
Per spectiva pr eventivo-cur ativa.

Mas existe uma outra perspectiva?

9

Na per spectiva da psicologia social crítica: a análise do psicólogo centr a-se na complexidade do pr ocesso educativo, consider ando todos os aspectos envolvidos.

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Psicólogo como técnico escolar
Her ança do taylor ismo contr ole sobr e os outr os pr ofissionais. Or ientador , assessor amento dos que não sabem .

11

Visão política, pessoal, social e histór ica. Afetiva, cognitiva, social e motor a.

12

A nossa açãoestá compr ometida com um pr ojeto de sociedade.
Pr ofissionais r esponsáveis compr ometidos com o pr ocesso de mudança.

13

Papel de atuar e r efletir com os indivíduos par a concientizar -se junto com eles das r eais dificuldades da sociedade. (FREIRE, 1983).

14

Efetivação com êxito das atividades do pr ocesso ensino apr endizagem. Ação voltada par a a cidadania.

15

Repensara escola.
[...] no momento em que os indivíduos, atuando e r efletindo, são capazes de per ceber o condicionamento de sua per cepção pela estr utur a em que se encontr am, sua per cepção muda, embor a isso não signifique, ainda, a mudança da estr utur a.

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Mas a mudança da per cepção da r ealidade, que antes er a vista como algo imutável, significa par a os indivíduos vêla como r ealmenteé: uma r ealidade histór ico cultur al, humana, cr iada pelos homens e que pode ser tr ansfor mada por eles. (Freire, 1983).

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Par a Zanella (1998) nesse pr ocesso de atuação conjunta, de pr odução coletiva de uma nova pr áxis educativa, o psicólogo pode contr ibuir em muito com a análise e r edimensionamento das r elações sociais que se estabelecem no contexto educacional. 18

As relações sociais car acter izamse como palco onde as significações são coletivamente pr oduzidas e par ticular mente apr opr iadas.

19

É, pois, nas r elações sociais que os homens constituem-se enquanto sujeitos, enquanto capazes de r egular a pr ópr ia conduta e vontade. (Zanella, 1998).

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Pr ojeto que busca a solidar iedade. Super ação da dicotomia planejamento/execução.

21 Psicologia Social no Tr abalho.

22

A psicologia muitas vezes r efor çou as r elações de dominação.
Mér ito e fr acasso como consequência individual.

Sujeito apto- não apto.
23

Resgate da fala do tr abalhador es. Compr eender o sofr imento do tr abalhador .

24

Passagem da alienação par a uma consciência cr ítica.
Ampliar escutas e olhar es.

25

Tr abalho como ger...
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