Psicologia organizacional

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RESENHA



BOWDITCH, James L. Elementos do comportamento organizacional. São Paulo: Pioneira, 2002.


Compreende-se neste capítulo 4 (Percepção, Atitudes e Diferenças Individuais), que o comportamento humano pode definir como as pessoas entendem as demais, desta forma: “Um dos principais determinantes de como e por que um indivíduo assume e mantém certas formas de comportamentose baseia nos conceitos de sensação e percepção”. (p. 62). Assim, o processo onde um indivíduo, passa a reagir às sensações, e ao mesmo começa a organizá-las, é o que chamamos de percepção. Ainda como complementação, pode-se definir também que: “A percepção pode ser considerada como uma variável interventora, que influencia o processo de motivação”. (p. 62).
Vale ressaltar que, as formasde compreensão entre os humanos, é bastante complicada, assim o autor define que: “Há muitos fatores internos e externos que influenciam o modo como vemos o mundo que nos cerca, onde pode-se identificar duas fontes de variação perceptiva: as limitações fisiológicas e as restrições culturais e ambientais”. (p.62).
Outra questão que o autor relata, refere-se aos Padrões de Organizaçãoperceptiva interna básica, como é descrito no próprio relatório:




[...] é necessário contar com um processo interno, um modo de selecionar e organizar todos esses dados em informações que tenham significado. Ocorre a dois níveis básicos: 1. os dados dos quais a pessoas tem consciência e que pode reconhecer com relativa rapidez após a seleção. 2. os dados que possam estarabaixo do limiar da consciência. (p.63).




Destaca-se neste capítulo, que o autor aborda a psicologia do Gestalt, uma vez que a doutrina em questão traz em si uma concepção de que não se pode conhecer o todo através das partes, já as partes, pode-se por meio do conjunto, ou seja: “O princípio básico da teoria do gestalt é que a organização dos dados que nos cercam é parte do processoperceptivo, e não algo que é acrescentado depois de as variáveis terem sido selecionadas”. (p. 63).
Compreende-se na seqüência, que no momento em que vemos e ouvimos, somo influenciados por processos internos, assim, de forma diversa, o autor relata que: “estes fatores são mais relacionados à natureza dos próprios estímulos do que aos mecanismos humanos usados para captá-los”. (p.64). Nesse contexto, édescrito ainda, a existência em destaque da: intensidade, contraste, tamanho e proximidade, a semelhança das coisas, a repetição ou freqüência e o movimento, ou seja:

[...] tendemos a selecionar diversos objetos, sons e eventos externos que sejam mais intensos, de maior tamanho, que contratem com o fundo, que estejam próximos entre si, que sejam repetitivos, que estejam emmovimento, e que sejam novos ou extremamente familiares. (p.65).



Observa-se ainda na obra, a questão da Percepção social e interpessoal, onde a nossa percepção de outras pessoas também está sujeita a uma vasta quantidade de distorções e ilusões, desse modo pode-se definir que: “em muitas vezes, vemos pessoas de uma forma bem diferente das que elas são, ou daquela como estas nos sãoobjetivamente apresentadas”. (p. 66).
Aborda-se de maneira destacável, onde o autor enfatiza a questão dos conjuntos perceptivos, onde estes irão influenciar a maneira como interpreta-se ou entende-se o comportamento, bem como, a interação social, ainda neste contexto, a autor ressalta um modo de se formar impressões consistentes sobre as outras pessoas, dando a esse processo o nome de Estereotipagem,ou seja: “é o processo de usar uma impressão padronizada de um grupo de pessoas para influenciar a nossa percepção de um indivíduo em particular”. (p.66).
Insta salientar, que o autor destaca, a existência de três aspectos básicos na estereotipagem, são eles: “Identifica-se alguma categoria de pessoas; faz-se uma suposição de que os indivíduos pertencentes a essas categorias possuam...
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