Provas

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Atividades sobre Romantismo

1 O trecho a seguir é parte do poema “Mocidade e morte”, do poeta romântico Castro Alves:

Oh! eu quero viver, beber perfumes
Na flor silvestre, que embalsama os ares;
Ver minh'alma adejar pelo infinito,
Qual branca vela n'amplidão dos mares.
No seio da mulher há tanto aroma...
Nos seus beijos de fogo há tanta vida...
–– Árabe errante, vou dormir à tarde
Àsombra fresca da palmeira erguida.
Mas uma voz responde-me sombria:
Terás o sono sob a lájea fria.
ALVES, Castro


Esse poema, como o próprio título sugere, aborda o inconformismo do poeta com a antevisão da morte prematura, ainda na juventude. A imagem da morte aparece na palavra:
(A) embalsama.
(B) infinito.
(C) amplidão.
(D) dormir.
(E) sono.

2. (FUVEST-SP) 
I.Pálida à luz dalâmpada sombria
Sobre o leito de flores reclinada
Como a lua por noite embalsamada 
Entre as nuvens do amor ela dormia!

II.Uma noite, eu me lembro... ela dormia
Numa rede encostada molemente...
Quase aberto o roupão... solto o cabelo
E o pé descalço no tapete rente.

Os dois textos apresentam diferentes concepções da figura da mulher. Se ambos os textos são românticos, como explicar adiferença no tratamento do tema? Apontar nos dois textos situações contrastantes que revelam essas diferentes concepções.

3. Cite um fato histórico que influenciou o Romantismo.

5. O romantismo está relacionado com o surgimento de um novo público leitor. Qual?




6. Leia o texto de Álvares de Azevedo a seguir e responda as questões propostas:

Idéias Íntimas (fragmentos) 
“Parece-me quevou perdendo o gosto
(...) Passo as noites aqui e os dias longos;
Dei-me agora ao charuto em corpo e alma;
(...) Meu pobre leito! Eu amo-te contudo!
Aqui levei sonhando noites belas;
As longas horas olvidei libando
Ardentes gotas de licor doirado,
Esqueci-as no fumo, na leitura
Das páginas lascivas do romance...

Meu leito juvenil, da minha vida
És a página d’oiro. Em teu asilo
Eusonho-me poeta, e sou ditoso,
E a mente errante devaneia em mundos
Que esmalta a fantasia! Oh! Quantas vezes 
Do levante sol entre odaliscas
Momentos não passei que valem vidas!
Quanta música ouvi que me encantava!
Quantas virgens amei!(...)
Ó meus sonhos de amor e mocidade,
Por que ser tão formosos, se devíeis
Me abandonar tão cedo... e eu acordava
Arquejando a beijar meu travesseiro?Parece que chorei... Sinto na face
Uma perdida lágrima rolando...
Satã leve a tristeza! Olá, meu pajem,
Derrama no meu copo as gotas últimas
Dessa garrafa negra... 

(...) E no cérebro passam delirosos
Assomos de poesia... Dentre a sombra
Vejo num leito d’oiro a imagem dela
Palpitante, que dorme e que suspira,
Que seus braços me estende...

Eu me esquecia:
Faz-se noite; traz fogo e doischarutos
E na mesa do estudo acende a lâmpada...”



a) Destaque os versos do poema que, ironicamente, destroem a idealização amorosa.

b) Pode-se entender, por meio da última estrofe do poema, que a viagem foi encerrada? Por quê? 

c) Que tipo de visão o eu lírico tem quando sob os efeitos do álcool?

d) De que modo o eu lírico tornava as “longas 
horas” menos dolorosas?

e) Quesonhos criava quando se encontrava no leito?



7. Leia o texto e assinale(F) falsa ou (V)verdadeira.

“Descansem o meu leito solitário
Na floresta dos homens esquecida,
À sombra de uma cruz, e escrevam nela:
- Foi poeta – sonhou – e amou na vida.”

a) Os versos fazem parte de um longo poema de Gregório de Matos.( )
b) Mostram como Álvares de Azevedo foi marcado pelo tema da morte eda solidão.( )
c) São típicos da poesia Pau Brasil.( )
d) Definem o poeta tal qual o concebia o Realismo.( )
e) São típicos do Mal do Século.( )


8. “Pálida, à luz da lâmpada sombria,
Sobre o leito de flores reclinada,
Como a lua por noite embalsamada,
Entre as nuvens do amor ela dormia!

Era a virgem do mar! Na escuma fria
Pela maré das águas embaladas!
Era um anjo entre...
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