Prova delegado goiania

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SECTEC
Secretaria de Estado da Ciência e Tecnologia - Goiás
666666

SSP
Secretaria de Estado da Segurança Pública - Goiás

CONCURSO PÚBLICO PARA PROVIMENTO DE VAGAS NO CARGO DE DELEGADO DE POLÍCIA DE 3ª CLASSE DA POLÍCIA CIVIL DO ESTADO DE GOIÁS
Domingo, 16 de novembro de 2008

1ª Etapa

CADERNO DE PROVA
Instruções
1 . Este caderno de prova é composto de 100 (cem) questõesobjetivas, conforme itens 90 e 91 e anexo 1 do Edital. Confira-o todo e solicite sua substituição, caso apresente falha de impressão ou esteja incompleto. 2 . Leia cuidadosamente o que está proposto na prova. 3 . As respostas deverão ser transcritas com caneta esferográfica de corpo transparente e tinta preta no cartão-resposta, de acordo com as instruções previstas nos itens 93 e 94 do Edital. 4 . Sedesejar, utilize a folha intermediária de respostas, no final deste caderno, para registrar as alternativas escolhidas. 5 . Durante a prova, o candidato não poderá levantar-se sem autorização prévia ou comunicar-se com outros candidatos. 6 . Os fiscais NÃO estão autorizados a fornecer informações acerca desta prova.

A

Identificação do candidato

2

3 Leia o texto a seguir para responder àsquestões de 1 a 10. O QUANTO INFLUI A FORTUNA NAS COISAS HUMANAS E COMO REAGIR A ELAS Não ignoro que muitos foram e que tantos ainda são da opinião de que as coisas que sucedem no mundo vêem-se de tal forma governadas pela fortuna e por Deus que os homens, com a sua sabedoria, não poderiam retificá-las e que nem sequer haveria meio de remediá-las. Baseados nisso, eles depreendem que, paradefinilas, menos valeria esforçar-se em demasia que se entregar ao regimento da sorte. Tal opinião recebeu um grande crédito nestes nossos tempos em razão das grandes transformações que vimos e que ainda vemos, a a cada dia, superar todas as humanas conjeturas. Meditando-o, eu mesmo, algumas vezes, senti-me parcialmente inclinado a aceitar esse juízo. No entanto, visto que não é nulo nosso livrearbítrio, creio poder ser verdadeira a arbitragem da fortuna sobre a metade das nossas ações, mas que ela tenha-nos deixado o governo da outra metade, ou cerca disso. E eu a comparo a um destes rios torrentosos que, em sua fúria, inundam os plainos, assolam as árvores e as construções, arrastam porções do terreno de uma ribeira à outra: todos, então, fogem ao seu irromper, nenhum homem resiste ao seuímpeto, cada qual incapaz de opor-lhe um único obstáculo. E, em que pese a assim serem [esses rios], aos homens não é vedada, em tempos de calmaria, a possibilidade de obrar preventivamente diques e barragens, de sorte que, em advindo uma nova cheia, as suas águas escoem por um canal ou que o seu ímpeto não seja nem tão incontrolável, nem tão avassalador. De um modo análogo intervém a fortuna, a qualmanifesta seu poder onde não há forças organizadas que lhe resistam; ela, que volve o seu furor aos locais onde sabe que não foram construídos nem diques nem barragens para refreá-la. [...] Espero ter dito o bastante sobre a oposição que se pode fazer à fortuna de um modo geral. Adstringindo-me ao que há de particular em um príncipe, digo que hoje vemo-lo prosperar e amanhã cair em desgraça sem quedemos tento de uma só mudança em sua natural forma de ser e de proceder, o que, creio eu, decorre principalmente da idéia de que um príncipe que se arrima tão-somente na fortuna sucumbe ao variar desta. Creio igualmente que é feliz aquele que coaduna o seu modo de operar com as condições da sua época, e que, de um modo símile, é desditoso aquele cujo procedimento com estas conflita. Reparamos queos homens, em relação àquelas coisas que os conduzem aos fins que cada um persegue – isto é, às glórias e às riquezas – procedem diversamente: um, com circunspecção; o outro, com impetuosidade; um, valendo-se da violência; o outro, da habilidade; um, com paciência; o outro, com o seu contrário; e cada qual, com esses vários modos de portar-se, podendo atingir o seu intento. Notamos também, de...
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