Prova de fogo

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  • Publicado : 15 de outubro de 2012
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Introdução

Este trabalho tem como objetivo trazer ao conhecimento as grandes dificuldades e competências que o professor nos dias atuais deve ter e problematiza a questão das diferenças e bagagens que as crianças trazem ao se deparar com conteúdos novos.





Palavras- chave

Educação, contemporâneo, modernidade, mudança, diferença, professor.Resumo

Meu Batismo de Fogo

No primeiro capítulo a autora revela seus sentimentos e frustrações durante seus primeiros anos de formação, onde se sentia com instrução insuficiente para lidar com as questões dentro de sala de aula que não são ensinadas para realizar a tarefa de ensinar.

A autora também explica a problemática que leva a ela perceberque saber os conteúdos e aplicá-los não era suficiente era necessário saber como se dava o processo de aprendizagem para poder entender o porquê de tantas crianças repetentes em classes primárias.

Antes o professor não tinha ferramentas para lidar com as dificuldades em sala de aula ou para medir o desempenho da sua didática, hoje em dia, ao contrário o professor pode se posicionar e tomardecisões, que podem não dar conta de tudo, mas pode esclarecer diversas dúvidas sobre os processos pelos quais a criança aprende.

A intenção da autora sempre foi lidar com o porquê as crianças não conseguem alcançar sucesso escolar e como se dão os processos que ajudam ou atrapalham na compreensão de determinados conteúdos, tornando assim o papel do professor como o sujeito responsável dedar condições e criar situações usando diferentes métodos para auxiliar no processo educacional.

Um novo olhar sobre a aprendizagem

A autora reflete sobra à problemática do professor não conseguir compreender as dificuldades que os alunos têm no processo de aprendizagem, principalmente aos que se referem à leitura e a escrita.

Telma explica que as crianças mesmo sem teremsido introduzidas ao sistema alfabético ao seu redor estão sempre em contato com livros, revistas, letreiros e por si só já criam sua própria interpretação do que significam aqueles símbolos, a autora também traz uma questão importante, a da estrutura familiar e a condição sócio-econômica, onde as crianças de classe média e alta que possuem na família parentes que lêem muitos e tem mais acesso àmateriais de leitura, tem mais facilidade para esse tipo de associação no processo de aprendizagem do que as crianças que são mais pobres que utilizam associações mais simples, porém a condição sócio-econômica não é regra para a facilidade ou dificuldade no processo de alfabetização.

Ela traz ao papel do professor a capacidade além da perceptiva de enxergar aquilo que o aluno já sabeutilizá-la para ajudar na compreensão e respeitar as limitações de cada aluno e avançar a partir do que ele sabe das significações que ele atribui aos conteúdos. O professor precisa criar condições para que o educando aprenda, deve se prestar atenção nos erros e verificar se ali há alguma espécie de lógica e a partir daí tirar conclusões e fazer as reflexões sobre o como ensinar.



O que sabe umacriança que parece não saber nada

A autora afirma que deve ser verificado o que o aluno já traz de bagagem, como ele construiu aquelas idéias e partir desse ponto avançar para outros conteúdos, às vezes a criança aparentemente mostra por meio de testes ou exercícios respostas erradas ou métodos diversos às vezes chegando ao objetivo correto, uma vez que o conhecimento de cada um se constróipor caminhos diferentes dos métodos que são ensinados, idéias e métodos que foram construídos pela criança.

Explica também a dificuldade e a complexidade do processo de identificação que é saber o que o aluno já sabe e o que não sabe, explica que o professor deve ter um olhar cuidadoso sobre os erros para poder entender os processos que o fizeram chega aquele determinado resultado....
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