Projeto sobre drogas

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CURSO DE PREVENÇÃO DO USO DE DROGAS PARA EDUCADORES DE ESCOLAS PÚBLICAS.
E. E. F MARIA LAURA SOARES FROTA.
INEP: 23021071
TÍTULO DO PROJETO: EDUCAR É O MELHOR CAMINHO PARA PREVENIR.
CURSISTAS:
MARIA SOLIDADE MARQUES.
CRISTIANE FRANCO SILVA.
ROZELÍNIA MARIA MOUTA.
MARIA ROZA LINHARES.
ANA CAROLINA DE SOUZA.
TUTOR: LUCIANO FERREIRA.
TRAVESSA PEDRO OLÍMPIO DE MENEZES, S/N.
CONCLUSÃO DOPROJETO: DEZEMBRO DE 2013.

















MASSAPÊ – CEARÁ – 2013


INTRODUÇÃO

Droga é toda e qualquer substância, natural ou sintética, que introduzida no organismo modifica suas funções (SILVA, 2009). Droga em linguagem popular é algo ruim ou que não tem qualidade; pode ser sinônimo de medicamento, algo que serve para curar, na linguagem médica; ouainda considerada como qualquer substância capaz de modificar a função dos organismos vivos, resultando em mudanças fisiológicas ou de comportamento. As drogas estão classificadas em três categorias: as estimulantes, os depressores e os perturbadores das atividades mentais e envolve os analgésicos, estimulante, alucinógenos, tranqüilizantes e barbitúricos, além do álcool e substâncias voláteis(ROTMAN, 1985). O consumo dessas substâncias é permitido e até estimulado socialmente, como a bebida alcoólica e o cigarro, o de outras é controlado, como os medicamentos que atuam no Sistema Nervoso Central.
Muito se tem feito para que as pessoas se previnam contra o uso de drogas. Mas também muito se tem feito, legal ou ilegalmente, pára que elas sejam usadas. O resultado final é que aspessoas estão consumindo cada vez mais drogas (TIBA, 2007).
A construção de uma sociedade totalmente sem drogas é impossível, historicamente as sociedades sempre conviveram e fizeram uso de algum tipo de droga. Para vivermos e convivermos em uma sociedade totalmente sem droga teríamos que eliminar totalmente o álcool e o café, por exemplo. Se considerarmos somente essas substâncias, asua eliminação já seria impraticável (ARRUDA [et al], 2009).
O combate as drogas contraria princípios éticos e também direitos civis, ou seja, o combate a todo e qualquer uso de drogas fere o direito individual de cada um de dispor, livremente, do seu corpo e de sua mente. Numa sociedade de homens livres, torna-se difícil, para não dizer impossível, controlar hábitos de consumo deescolhas individuais (ARRUDA [et al], 2009).
Em nosso contexto escolar, percebemos que o uso de drogas lícitas e ilícitas encontra-se cada vez mais próximo de nossas crianças e adolescentes, muitas vezes atingindo-os na mais tenra idade.
O risco é uma proposição técnica que associa o conceito de vulnerabilidade a probabilidade de dano ou resultado indesejado. Paralelamente, surge oconceito de fator protetor utilizado como mecanismo basicamente de prevenção, mas que pode visar também à qualidade de vida.
Para as crianças e adolescentes, os fatores de risco e proteção podem estar presentes:
a) neles mesmos, através de mecanismos ainda não totalmente esclarecidos e vinculados à singularidade de cada fase da vida e de cada um;
b) na sociedadecomo um todo, dentro da família, a escola, o grupo de amigos, as áreas de saúde, a mídia, as políticas governamentais, entre outros.
Assim, cumpre ao marco teórico situar o problema no conjunto de conhecimentos sólidos e que permitam orientar a busca, oferecendo visibilidade adequada dos conceitos utilizados. Neste estudo, drogas lícitas e ilícitas, o modelo da educação para a saúde e asredes externas e internas de proteção serão as categorias que darão suporte na elaboração do projeto. O modelo de educação para a saúde que fundamenta o PSE (Programa de Promoção da Saúde na Escola) contribui para a construção de sistema de atenção social com foco na promoção da cidadania e nos direitos humanos; fortalecendo o enfrentamento das vulnerabilidades, no campo da saúde, que possam...
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