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Universidade Anhanguera – Uniderp
Centro de Educação a Distância
Curso: Superior Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos
Disciplina: Relações Sindicais e negociações Trabalhistas
Profa.EAD: Luiz Antonio Camilo Carvalho
Profª. Presencial. Keiliane Nascimento

Atividades Práticas Supervisionadas

Relações Sindicais e Negociações Trabalhistas

São Luis – MA
2012

Nome dos Acadêmicos e RA:Rogério Marques Galvão
RA: 327039
Jamille Correa Matos
RA: 330494
Rosidalva Bandeira Silva
RA: 328835
Vanusa Pereira da Silva
RA: 330493
Marcio André Serra Costa
RA: 332172

Atividades Práticas Supervisionadas
Relações Sindicais e Negociações Trabalhistas

Atividade Avaliativa: AtividadesPráticas Supervisionadas apresentada ao Curso Superior Tecnologia em Gestão de Recursos Humanos da Universidade Anhanguera Uniderp, para obtenção de nota complementar para a disciplina Relações Sindicais e Negociações Trabalhista.

São Luis – MA
2012
Evolução das Relações Sindicais no Brasil

1 . Introdução
A indústria brasileira se desenvolveu tardiamente em relação às grandes potências capitalistas.Na passagem dos séculos 19 e 20, a economia brasileira era ainda predominantemente agrícola.
No início do século 20, jornadas de 14 ou 16 horas diárias ainda eram comuns. Assim como a exploração da força de trabalho de mulheres e crianças. Os salários pagos eram extremamente baixos, havendo reduções salariais como forma de punição e castigo. Todos eram explorados sem qualquer direito ou proteçãolegal. A primeira greve no Brasil foi a dos tipógrafos do Rio de Janeiro, em 1858, contra as injustiças patronais e por melhores salários.
E as relações sindicais começaram a se organizar no inicio desse século, e em 1930 ganharam reconhecimento oficial com a criação do ministério do trabalho indústria e comercio, atualmente ministério do trabalho e emprego, e muita coisa tem evoluído ao longo dessetempo, a regulamentação das relações de trabalho, resultaram em conquistas importantes essenciais a dignidade do trabalhador brasileiro.

2 . Desenvolvimento
Existiam outras posições de menor influência política entre a classe, como a dos socialistas, que fundaram o primeiro partido operário no país em 1890, e que, mais tarde, adotaram as teses da 2ª Internacional, especialmente, a comemoração do1º de Maio como data internacional da classe trabalhadora.
Em abril de 1906, realizou-se no Rio de Janeiro, o 1º Congresso Operário Brasileiro, com a presença de vários sindicatos, federações, ligas e uniões operárias, principalmente do Rio e São Paulo. Nascia a Confederação Operária Brasileira (COB), a primeira entidade operária nacional.
Mas a reação patronal e do governo não demorou. Em 1907,foram expulsos do país 132 sindicalistas. A crise de produção gerada pela 1ª Guerra Mundial e a queda vertiginosa dos salários dos operários, caracterizou-se por uma irresistível onda de greves entre 1917 e 1920.
Até o final dos anos 80 e mesmo no início dos 90, já com algumas dificuldades, o movimento sindical brasileiro cumpriu o papel de irradiador de conquistas sociais por todo o país.Metalúrgicos, bancários, petroleiros e funcionários públicos foram setores profissionais que marcaram época. Hoje, sua situação mudou. Os dois primeiros vitimados pelas transformações estruturais do mundo do trabalho e os dois últimos como alvo de uma política agressiva do governo neoliberal de FHC.
O crescimento do sindicalismo brasileiro, num momento em que nos principais centros industriais do mundoas relações entre capital e trabalho iniciavam mudanças significativas, no Brasil foi exceção nos anos 80. No mundo inteiro, o movimento sindical estava batendo em retirada, enquanto no Brasil avançava monumentalmente. Mas nos anos 90, o Brasil entra em sintonia com o resto do mundo no que se refere ao declínio do movimento sindical.
Esse processo de consolidação do movimento tinha ingredientes...
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