Projeto de desbaste

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PROJETO DE DESBASTE

1. INFORMAÇÕES GERAIS

1.1. Nome do Requerente:

1.1.1. Nome: João Silva de Lima

Endereço completo:
Rua dos indomáveis, Bairro Universal, Nº 0001
Altamira, Pará

1.1.2. Elaboradores:
Diego Dias de Lucena
Fredson da Silva Caetano
Jonatas Monteiro Guimarães Cruz
Hugo Dias de Lucena
Pedro Henrique R. Rezende
Victor Cabreira Lima
Yuri Arlindo da SilvaLeandro

Endereço completo:
Rua de Todo Mundo, Bairro Central, Nº 0002
Altamira,Pará

1.1.1. Executores:
Diego Dias de Lucena
Fredson da Silva Caetano
Jonatas Monteiro Guimarães Cruz
Hugo Dias de Lucena
Pedro Henrique R. Rezende
Victor Cabreira Lima
Yuri Arlindo da Silva Leandro

Endereço completo:
Rua de Todo Mundo, Bairro Central, Nº 0002
Altamira,Pará

Responsáveistécnicos:
Diego Dias de Lucena
Fredson da Silva Caetano
Hugo Dias de Lucena
Jonatas Monteiro Guimarães Cruz
Pedro Henrique R. Rezende
Victor Cabreira Lima

Profissão: Engenheiro Florestal
1.1.1.1. ART:

1.1. Identificação da Propriedade: Fazendas Reunidas Primavera

1.2.1. Titulo da Propriedade: Escritura Definitiva
1.2.2. Detentor de Posse: Guilherme Gonçalves de Lima1.2.3. Localidade:

A propriedade localiza-se na zona rural do município de Pacajá no estado do Pará. O município de Pacajá pertence à Mesorregião Sudoeste Paraense e à Microrregião Altamira. A sede municipal apresenta as seguintes coordenadas das geográficas: 03º 50' 30" de latitude Sul e 50º 38' 35" de longitude a Oeste de Greenwich. Localiza-se entre os municípios de Anapú e NovoRepartimento e é cortado pela rodovia Transamazônica.

Figura 1
1.2.4. Município:
Pacajá-Pará

2. JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS DO PROJETO DE DESBASTE

O plantio de mogno africano (Khaya ivorensis) foi realizado do ano de 1997, portanto apresenta árvores com quinze anos, o espaçamento utilizado foi de 5x5 metros, pois com espaçamento ótimo é aquele capaz de fornecer o maior volume do produto emtamanho, forma e qualidade desejáveis, sendo função do sítio e do potencial do material genético utilizado. Sugere-se o plantio com 5x5 m, com 400 plantas por há.
Segundo Embrapa, O mogno africano (Khaya ivorensis) com plantios em boas condições de manejo, espera-se um corte de raleamento, com aproveitamento comercial aos 15 anos, e corte raso aos 20 anos. Aos 15 anos, é necessário corte dedesbaste de 50% da floresta. Entretanto, são poucos os estudos realizados para descrever a intensidade de desbaste em plantios de mogno africano.
Entre 15 e 20 anos, o mogno-africano atinge a idade de corte. Com os cuidados necessários, como controle de mato, adubação e verificação de doenças, o fuste deverá estar com 12 a 15 metros de comprimento e diâmetro entre 60 e 80 centímetros.
Usando-se atecnologia adequada para plantio e condução florestal, em boas condições de clima e solo, pode-se obter receita líquida acima de R$ 400.000,00/ha entre 15 – 20 anos (CASTRO, et al. 2008).
O mogno africano está com o preço médio de R$ 3,4 mil por metro cúbico de madeira serrada, sendo superior a outras espécies brasileiras.
Segundo estimativas, uma árvore de mogno africano, ao atingir o ponto decorte, em torno de 15 a 20 anos, poderá alcançar o valor de cerca de US$ 2.000,00, não existindo outro produto agrícola que o supere (FALESI & BAENA, 1999), sendo uma das espécies atualmente preferidas pelos reflorestadores no Estado do Pará.

2.1 Geral:

Fazer a extração de cinquenta por cento da área do projeto, favorecendo assim o incremento anual da floresta de mogno que permaneceráem pé, para um segundo ciclo de corte daqui a cinco anos. Está extração deverá ser realizada utilizando técnicas que viabilizem o máximo de aproveitamento possível da madeira, causando o mínimo de impacto ao meio ambiente.

2.2 Específicos:

 Controlar o máximo possível os danos causados ao solo devido a exploração;

 Obter a licença para a retirada de cinquenta por cento das...
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