Processos do conhecer

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INTRODUÇÃO
Este trabalho tem como objetivo analisar o Artigo Científico: Dos Fundamentos e das Origens do Direito, juntamente com as concepções de verdades.
O Artigo Científico analisado trata de um tema de suma importância principalmente para os estudantes de direito, pois revela como se deu o contexto da histórico do direito que hoje conhecemos, os seus fundamentos, os quais sãoprincipalmente de origem romana, onde a medida que o direito vai se emancipando da religião, começa a despontar o conceito de direito natural e contraposição ao direito positivo, pois acreditava-se que direito e religião era uma coisa só e que as leis eram baseadas nos rituais sagrados e buscavam garantir perfeita exatidão na execução dos mesmos.
Esse processo aconteceu de maneira lenta e progressiva, daí éque surge a comparação com os diferentes tipos de conhecimentos a cerca das verdades que já fizeram parte de um longo processo histórico e que hoje nos trazem uma bagagem enorme para entendermos a origem do direito atual e que fazem parte do nosso ordenamento jurídico, pois este é baseado quase como todo no direito romano.






















Crenças
Por: Gouki ShinryuHeihou
A crença é um sentimento inerente exclusivamente da raça humana, nenhum outro animal é capaz de cultivar ou transmitir tamanha subjetividade. De acordo com a epistemologia, a crença é a parte subjetiva do conhecimento, ou seja, aquilo que se acredita ser verdade mesmo que não haja nenhuma prova que confirme o fato.
Curiosamente, crença tem a mesma raiz etimológica da palavra opinião (dogrego, doxa), o que leva a crer que mesmo os pensadores que elaboraram tal termo e seu significado entendiam crença como algo muito pessoal.
O interessante sobre a crença, no entanto, é que nela não cabe a dúvida ou incerteza, crer é tomar algo por verdade certa, independente de comprovações sociais ou científicas. Crer é confiar, acreditar, apostar em algo apenas pela convicção de que ali está averdade, pode-se dizer que é a crença nos move a agir, sem a crença de que será bem sucedido, o homem não tomaria atitude alguma.
Vendo sob essa perspectiva, a crença também pode ser muito perigosa, uma vez que acreditar cegamente pode funcionar tanto para o bem quanto para o mal, ou seja, ao passo que Gandhi pregou a paz, Hitler pregou a guerra e o racismo, ambos criam verdadeiramente em suaconcepção e lutaram por ela por toda sua vida. A crença pode criar tanto quanto destruir, o que define isso é o objeto da crença.

Frequentemente se confunde crença a fé com religiosidade, o que certamente é um equívoco, eles se confrontam, mas não são sinônimos. A religião é apenas uma forma de crença, tanto quanto a filosofia, a ciência em muitos aspectos, a teoria da relatividade, vida em outrosplanetas, Deus, enfim, toda e qualquer teoria sem comprovação.
A crença é a contraparte do agir e sentir, ela não pode ser ensinada ou aprendida por meio da ação ou percepção, senão desenvolvida em um momento de reflexão próprio e livre de influência externa e, porque não dizer, através de insights acidentais em ocasiões excepcionais. A teoria sobre a crença pode ser exposta, tal como seu objeto,é a chamada “crença de re” ou crença sobre algo, no entanto a crença enquanto processo cognitivo jamais poderá ser mesurada, posto que não há regra ou barreiras capaz de fazê-la universal.
Ora, como poderíamos fazer da crença uma regra? A regra é o que aceitamos de imediato, verdades que permitem a interação com o mundo exterior e, por isso, possuem aceitação espontânea de nossa parte, a crença,por sua vez, é a conclusão tirada depois da reflexão livre sobre a regra. Eu poderia dizer que a crença é uma evolução da regra ou mesmo um questionamento a veracidade da mesma após análise interna, a crença jamais pode ser aceita de forma espontânea e imediata porque não possui provas em sua defesa.
A crença por si só é especialmente árdua de conceituar, processos cognitivos tão peculiares...
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