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9 pensamentos sobre “Educação: 1969 e 2009”
1. Tati Martins says:
18 junho 2009 às 6:23 pm
Oi, minha amiga!
Acho que não pode ser nem oito, nem oitenta. A criança não é a única culpada por não mostrar, através de notas, um bom resultado na aprendizagem, mas a atitude atual e real de muitos pais, ratificada por várias escolas/empresas, também não está certa. O professor também não pode serhumilhado/culpado pela não aprendizagem e pela falta de limites dos seus alunos.
Um beijinho!
2. Michel Goulart says:
18 junho 2009 às 7:03 pm
Oi, Miriam, acho que vou concordar com a Tati. A questão não é a mudança na escola, ou na sala de aula, pois ela está ocorrendo, quer o professor aceite ou não.
Acho que o problema é quando, no mau desempenho do aluno, o culpado é apenas oprofessor. Fica implícito no discurso do aluno, quando ele diz: “professor, me desse uma nota ruim…”, ou “professor, por que vc me deixou em recuperação?”. Fica claro, neste discurso, que o aluno se isenta da responsabilidade, pois a culpa é do professor.
Por outro lado, não vejo unanimidade por parte dos pais em culpar sempre o professor. Na escola onde trabalho, por exemplo, os pais costumam sepreocupar em fazer o filho melhorar seu desempenho nos estudos.
Um abração.
3. Miriam Salles says:
18 junho 2009 às 9:58 pm
Oi Tati!
Oi Michel!
De repente vcs estão com a razão! De repente sou eu que ando ácida e descrente demais com as atitudes que tenho visto (e sentido) nesses últimos tempos!
Agora, cá entre nós, quando eu ainda estava na faculdade peguei uma substituição numa escolaparticular de São Paulo. Numa primeira prova um dos alunos entregou a prova em branco e, claro, dei zero na avaliação. Quando o entreguei me disse que eu deveria mudar a nota dele pq no final das contas, eu era empregada dele (na lógica que a mensalidade que ele pagava ia pro meu salário). No dia seguinte os pais foram conversar comigo tentando me intimidar e depois da minha argumentação saíram commansinhos, mansinhos… E nem conto pra vcs em que ano foi isso. Esse tipo de situação acontecia antes, em menor escala, mas já rolava! Professores não deveriam se deixar intimidar seja pelos alunos, pelos pais ou pelos dirigentes das escolas. Mas acho que esse não é lá um conselho que deva ser seguido… a gente acaba no olho da rua, né? (rs)
bjos pra vcs!
4. Michel Goulart says:
20 junho 2009 às8:33 pm
Pois é, imagino que no meu tempo do colégio a coisa já estava degringolando. Aliás, não sei se esta crise não pode ser uma ponte para uma mudança substancial, né.
Os livros de auto-ajuda dizem que devemos ser otimistas, mas que ainda dá ouvido para conselhos de auto-ajuda? hehehe.
Um abração
5. Suely says:
21 junho 2009 às 7:52 pm
Oi, MÍriam!!
Acho que a avaliação é um processo, anota ou o relatório ou o parecer… expressam um momento desse processo e devem servir de ponto de partida para o trabalho do professor e do aluno. O que preciso fazer para ajudar meu aluno a superar os limites? O que o aluno deve fazer para superar os limites? O que a família deve fazer? Não é fácil trabalhar com essa lógica, mas é possível!
Quando dei aulas em escola particular e vivencieisituação semelhante a que tu descreveste… também conversei com os pais e com o aluno e as coisas se encaminharam…Acho que o professor deve se posicionar com clareza em relação a proposta de trabalho e avaliação…
Abraços!
6. Sadeck says:
22 julho 2009 às 11:26 am
Olá Miriam,
Bem, primeiro gostaria de parabenizá-la pelo blog, conteúdo muito bom!
Não atuo na área de educação, porém fiz tambémlicenciatura e lembro de nas aulas sempre ser colocado esse problema, logo gostaria de contribuir para a discussão colocando o fator estrutura e metodologia educacional. Ficamos presos a uma forma de ensinar que não desperta o interesse em ninguém e nem dá suporte à vida moderna quanto mais à vida do campo, não querendo dizer que o campo não passe por esse “modernismo”.
Então me pergunto… Até que...
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