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BETO VALLE:
Um Caso de paixão pela neve

Case elaborado pelo Roger Born, mestre em marketing,
diretor da Vossa – Empresa de Estratégia e Comunicação;
e professor da ESPM / RS

Destinado exclusivamente ao estudo e discussão em classe, sendo proibida a sua utilização ou reprodução em
qualquer outra forma. Direitos reservados ESPM/EXAME.

www.espm.br centraldecases@espm.br
(11) 5085-4625 Resumo

Este case descreve as origens e evolução da Beto Valle Ski Tours, cujo conceito de serviço busca
constante inovação, a fim de satisfazer as expectativas do cliente interessado em programas de
viagens voltados à prática de esqui.
PALAVRAS-CHAVE: esquiar, turismo, esporte exótico

Abstract
This case describes the origins and evolution of Beto Valle Ski Tours, whose concept isbased on
constant innovation to attend the client’s expectations, on what concerns tours related to skiing.
KEYWORDS: skiing, tourism, exquisite sports.

www.espm.br/publicações 

Estrutura do Case








Conhecendo o Beto
O esqui e o snowboard no Brasil
O surgimento da Beto Valle ski tours
Gerindo um negócio de nicho
Point da neve: um novo começo
E agora, Beto?www.espm.br/publicações 

tre os meses de maio a setembro, a grande oportuni-

CONHECENDO O BETO

dade que possuía para retomar o antigo sonho do seu
Conta o Beto que sua paixão pela neve teve início

ideal de vida. Afinal de contas, viagens esporádicas

na adolescência, quando passou férias em Barilo-

não eram suficientes para ele.

che (Argentina). Naquela época, a bela cidade jáera destino de muitos brasileiros. Contudo, poucos
eram os que se arriscavam na prática do esqui. Os

O ESQUI E O SNOWBOARD NO BRASIL

tempos eram outros, e a tecnologia e a estrutura
para a prática do esporte também. Apenas alguns

Embora a ocorrência de neve no Brasil seja muito es-

corajosos se arriscavam equilibrando-se montanha

porádica e mais comum em algumas regiões de maiorabaixo com um equipamento que em nada lembra-

altitude no sul do país, principalmente nos estados do

va a segurança, o conforto e a performance pro-

Rio Grande do Sul e de Santa Catarina, o que inviabi-

porcionados pelos modelos atuais. Sendo assim,

liza a instalação de estações para esportes de inver-

para a grande maioria dos brasileiros que se aven-

no, a prática do esqui edo snowboard por brasileiros

turavam nos Andes, os grandes atrativos eram as

vem de longa data, e crescendo nos últimos tempos.

belezas naturais; e o passa-tempo, tirar fotogra-

Segundo a Confederação Brasileira de Desportos na

fias. Mas o Beto preferia as pistas...

Neve (CBDN)1, entre 1966 e 1989, o País foi representado em competições internacionais de esqui pelo

Aindabastante jovem, trabalhou na Price Waterhou-

Clube Alpino Paulista (CAP), sendo então fundada a

se, realizando consultoria e auditoria, e no Banco

Associação Brasileira de Ski (ABS), entidade reconhe-

Sulbrasileiro na área de planejamento. Quando dei-

cida pelo Conselho Nacional de Desportos (CND), COB

xou o banco, pensando em ir para os Estados Unidos

– Comitê Olímpico Brasileiroe FIS – Federação Inter-

estudar, acabou por transferir-se para a área rural de

nacional de Ski. Com isso, atletas brasileiros passa-

Tubarão (Santa Catarina), para auxiliar no negócio

ram a participar de importantes competições inter-

da família de sua futura esposa. Aos vinte e três anos

nacionais, como os campeonatos mundiais de Saal-

de idade, veio o casamento; com ele, alua-de-mel

bach (Áustria, em 1991), Morioka (Japão, em 1993),

e, então, a oportunidade há tanto aguardada: es-

Sierra Nevada (Espanha, em 1996), Setriere (Itália,

quiar novamente. E foi o que aconteceu. Beto relata

em 1997) e Vail (EUA, em 1999), estando também

a sua estadia em Villars-Sur-Ollon, próximo a Gene-

presentes nas Olimpíadas de Inverno de Albertville

bra...
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