Perspetica radical marxista

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Perspectiva radical e marxista
















Teorias e Metodologias do Serviço Social








Índice

Introdução 3
Capítulo I – Filosofia marxista 4
Influências marxistas 5
Críticas ao marxismo 5
Semelhanças entre o trabalho social tradicional e o marxismo 6
A política do trabalho social radical 6
Metodologiado radicalismo segundo De Maria 8
A opinião de Mullaly 8
A perspectiva de Fook 10
Conclusões 11
Bibliografia 12





















Introdução


Este trabalho foi elaborado no âmbito da disciplina de Teorias e Metodologias do Serviço Social, lecionada no segundo semestre da licenciatura de Serviço Social pós-laboral, pelo docente Cristóvão Margarido.
Tem comoobjeto o estudo da perspetiva radical e marxista, e por objetivo compreender a sua importância para o trabalho social.
É importante haver um conhecimento científico para conhecer as diferentes visões do homem e do mundo, a realidade social e cultural de cada sociedade.
























Capítulo I – Filosofia marxista


De acordo com o filósofo marxista HenriLefebvre{FormattingCitation}, o marxismo afigura-se como a conceção do mundo que expõe a sociedade moderna nos seus problemas e contradições, propondo soluções racionais.
Karl Marx, pai do marxismo, elegeu a práxis, a alienação e o homem novo como base da doutrina marxista. Definiu a práxis como uma troca de experiências entre o homem e a sociedade; a alienação como a recuperação da identidade que ohomem perdeu ao longo da história; e o homem novo como aquele que nasce da necessidade da criação de uma nova sociedade, mais espiritual.
Marx acreditava que existe na sociedade uma classe dominante e uma classe dominada, controlando a classe dominante o Estado. Quando a classe dominada passa a ser a classe dominante nasce uma nova classe dominada, sendo isto um ciclo recorrente.

O marxismoevidenciou dois marcos: o aspeto metodológico e a alienação do homem.
O método dialético estuda uma realidade objetiva, analisando os seus aspetos contraditórios mas encontrando-lhes uma unidade. Marx distingue o método da pesquisa e o da exposição: no primeiro, considera que a pesquisa deve fazer-se sobre todos os aspetos que envolvem a vida do indivíduo, das suas relações familiares às sociais; osegundo determina o sucesso do primeiro.
A alienação do homem está relacionada com a perda de identidade, o estar no mundo sem saber porquê, o desconhecimento dos papéis que pertencem ao indivíduo, e a luta do trabalho social para contrariar estes factos.

O radicalismo acredita que o trabalho social realça os conceitos tradicionais da família, conduzindo à opressão da mulher. As mulheres eramfrequentes clientes do trabalho social, apresentando problemas que envolviam e que muitas vezes eram provocados por homens. Foram estas algumas das razões que fizeram com que estes ideais se aliassem ao movimento das mulheres (movimento feminista – anos 60, 70).


Influências marxistas


Rojek{Formatting Citation} (1986) distinguiu três aspetos marxistas do trabalho social: uma posiçãoprogressista - adotada por Galper (1980), Bailey (1985) e Brake (1980) -, em que o trabalho social é muito importante para a mudança, pois passa a existir uma ligação entre a sociedade burguesa e os representantes da classe operária, ou seja, há uma aproximação de classes e uma voz que se eleva na classe dominada, contribuindo para uma transformação positiva; uma posição reprodutiva, eleita porSkenridge e Lennie (1971), onde os trabalhadores sociais levam a classe operária a ganhar voz; e uma posição contraditória, trabalhada por Corrigan e Leonard (1978), em que os trabalhadores sociais estão ao lado da sociedade capitalista, ao mesmo tempo que motivam a classe operária para se consciencializar das suas potencialidades e agir de encontro aos seus direitos.


Críticas ao marxismo


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