Penal

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Caratinga 04/09/13



Fichamento da Obra “O Príncipe” MAQUIAVEL, Nicolau – Teses principais e secundárias.
Professora: Marcia Asedias

Por, Marilene



Capítulo I
Classifica-se o Estado em dois tipos: repúblicas e principados.
Os principados podem ser hereditários ou fundados recentemente, que podem ser de todo novos ou anexações. A república não é objeto de discussão na obra.Capítulo II
Destaca-se a menor dificuldade em manter Estados herdados, visto que os súditos estão acostumados à família reinante.
Maior dificuldade se encontra em manter monarquias novas. Deve-se evitar, neste caso, transgredir os costumes tradicionais e saber adaptar-se a circunstâncias imprevistas.

Capítulo III
Fala-se da dificuldade em manter os Estados novos, visto a facilidade com que oshomens mudam de governantes, e, a esperança de melhoria acaba os levando a levantar em armas contra os atuais. Para que se estabeleça num Estado novo, deve-se observar alguns pontos.

Capítulo IV
Destaca-se que não haverá rebelião se a linha política for mantida.
No que diz respeito a conquistas, o Estado dirigido por um único soberano é difícil de conquistar e fácil de manter. Já o Estadogovernado por muitas pessoas é fácil de conquistar e difícil de conservar.

Capítulo V
Segundo o autor ao conquistar um Estado regido por leis próprias, há três modos de mantê-lo: arruiná-lo, habitá-lo, ou permitir que continuem vivendo com suas próprias leis, mas pagando tributos e organizando um governo composto por pessoas amigas.

Capítulo VI
Aqueles que se tornam príncipe por seu valorconquistam seus domínios com maior dificuldade, todavia os mantêm mais facilmente; as dificuldades, então, surgiriam na introdução de inovações. No caso de introduzir inovações, porém, é mais seguro e prudente que as faça por meios próprios, pois aqueles que dependem da ajuda de outrem sempre falham, não chegando a lugar algum. Introduzidas as mudanças, as dificuldades residirão, agora, emmantê-las.

Capítulo VII
Os que se tornam príncipes tão-somente pela sorte têm dificuldade para manter o poder, embora tenham-no conseguido sem grandes dificuldades. A manutenção do poder ficará na dependência da mesma sorte que o levou a ele.
Evidentemente que os Estados criados subitamente não têm raízes sólidas, de modo que são facilmente derrubados, a menos que o príncipe tenha virtudes. A solução épreparar os alicerces do poder antes de alcançá-lo, pois depois representará grande esforço e perigo.

Capítulo VIII
Pode-se chegar ao poder a partir ou a favor de atos criminosos. No entanto, deve-se tomar cuidado, pois atos criminosos podem conduzir ao poder e não à glória. A crueldade pode ser usada de duas formas: na primeira, usa-se bem quando utilizada toda sorte de crueldade de uma sóvez, para garantir o poder e para que as pessoas se satisfaçam com as inovações; de outra maneira, utiliza-se mal quando no começo é pouca, mas aumenta com o tempo.

Capítulo IX
Governo civil vem a ser aquele em que o cidadão se torna soberano por favor de seus concidadãos; neste caso não dependerá apenas do valor ou da sorte, mas da astúcia afortunada. Este governo é instituído pelo povo oupela aristocracia, sendo que aqueles que são ajudados pelos ricos têm maior dificuldade, uma vez que estes ficam ao lado de quem oferecer maiores vantagens, não sendo de todo fiéis.

Capítulo X
Ao examinar as qualidades e avaliar a força dos Estados, deve-se considerar se os príncipes podem se mantiver no poder por si mesmos ou se só podem se manter no poder com auxílio alheio.
Note-se que opríncipe que é senhor de uma cidade poderosa, e não se faz odiar, não poderá ser atacado; e mesmo se o for, o assaltante não sairia glorioso, mesmo porque um príncipe corajoso e poderoso saberá sobrepor-se a tais dificuldades.

Capítulo XI
Os Estados eclesiásticos são aqueles conquistados por mérito ou sorte, mas não precisa de nenhum destes para mantê-lo, visto que são sustentados por antigos...
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