Origem do milho

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FACULDADE INTEGRADO DE CAMPO MOURÃO
CURSO DE AGRONOMIA

SISTEMA DE PRODUÇÃO DA CULTURA DO MILHO

SILVIO ARI GASPARELO FILHO
MARCELO HENRIQUE

CAMPO MOURÃO-PR
MARÇO DE 2013

FACULDADE INTEGRADO DE CAMPO MOURÃO
CURSO DE AGRONOMIA

TRABALHO INTEGRADOR
SISTEMA DE PRODUÇÃO DA CULTURA DO MILHOACADEMICOS: SILVIO ARI GASPARELO FILHO
MARCELO HENRIQUE
PROF: SIMONE CORREIA MOLINA FAVARÃO

CAMPO MOURÃO-PR
MARÇO DE 2013
Introdução

A produção de milho no Brasil esta cada vez mais associada a várias tecnologias ligadas àcultura, destacam-se:
Alto potencial genético (híbridos simples e triplos) e de cultivares transgênicas com resistência a lagartas;
Variação de espaçamento entre linhas de plantio, melhor controle de plantas daninhas, erosão, aproveitamento de água, luz e nutrientes.
Tratamento das sementes para o plantio, como tratamento industrial, e o tratamento feito pelos próprios produtores em suas sedes. Econtrole químico de doenças (fungicidas e inseticidas). E tecnologia do plantio direto, que permite uma maior conservação do solo.
No Brasil temos duas épocas de semeadura, safra de verão e safrinha. Os plantios de verão são realizados em todos os estados. Já a safrinha é plantada geralmente de janeiro a março.
Esse trabalho vem demonstrar sobre a cultura do milho, um pouco de sua historia ea evolução de genética até os dias de hoje, com o principio de ter como paramento a busca da produção para utilização deste produto. Pois sua utilização é para consumo humano, animal e também para produção de combustível.

Botânica e centro de origem

O milho é originário das Américas, provavelmente do México, a relatos da planta em torno de 7 mil anos, os Astecas, Maias e Incas já conheciao seu ancestral o teosinto. Com as grandes colonizações das Américas o milho foi levado para todo o mundo. No Brasil, o milho chega através dos europeus nas grandes navegações.
Os milhos indígenas, a maioria era constituída por grãos farináceos (amarelos e brancos), muito moles, que se prestavam à moagem e à produção de farinha. No entanto, havia ainda os de pipoca (redondos e pontudos) e os degrãos duros (laranjas e brancos). Esses foram os principais milhos desenvolvidos pelos índios no Brasil, Uruguai e Paraguai, e teve grande importância no melhoramento genético atual, principalmente o milho cateto (duro de cor laranja).
Dentro da classificação botânica, o milho pertence: Reino: Plantae; Divisão: Magnoliophyta; Classe: Liliopsida; Ordem: Poales; Família: Poaceae; Gênero: Zea;Espécie: Z. mays. "zea mays", do grego "zeia" (grão, cereal) O milho (Zea mays), parece ter-se desenvolvido de um gramíneo silvestre (Enchalaena mexicana).
Os trabalhos de melhoramento com milho híbrido no Brasil tiveram início em 1932 no Instituto Agronômico de Campinas - IAC, no Estado de São Paulo, e em 1935 na Universidade Federal de Viçosa - UFV, em Minas Gerais, sendo o Brasil o segundo país aadotar o milho híbrido. O trabalho começou com meio quilo de uma variedade do Texas, mais o milho cateto, comum em nosso País. Após oito anos, em 1945, acontecia a fundação da Agroceres, quando veio a lume o primeiro híbrido comercial brasileiro. Os trabalhos de melhoramento do milho no Brasil teve início na década de 60, na Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz - ESALQ, sendo asprimeiras variedades lançadas na década de 70 (Centralmex, Dentado Composto e Flint Composto).
Na safra 2012/13, estão sendo disponibilizado, 479 cultivares de milho (dez a menos do que na safra anterior), sendo 263 convencionais e 216 transgênicas. A dinâmica de renovação das cultivares foi mantida, sendo que 93 novas cultivares e 103 deixaram de ser comercializadas.
Considerando todas as...
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