Oralidade

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UNIVERSIDADE PAULISTA
INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS E COMUNICAÇÃO
CURSO DE ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS

*

COMUNICAÇÃO E EXPRESSÃO
ORALIDADE



Bárbara Cardozo da Silva B39ECD-2 |
Ederson Candido |
Érica A. de Almeida Queiroga B22578-5 |
Graciele Silva B384FC-3 |
Jackeline Rodrigues Salvador B31GIH-8 |

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** SANTANA DE PARNAÍBA - SP
* 2012

SUMÁRIO

1 | INTRODUÇÃO. |
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2 | DEFINIÇÃO DE ORALIDADE |
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3 | TÉCNICAS DE ORALIDADE EM SEMINÁRIOS |
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4 | TÉCNICAS DE ORALIDADE EM ENTREVISTAS |
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5 | TÉCNICAS DE ORALIDADE EM APRESENTAÇÃO |
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6 | CONCLUSÃO |
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1. INTRODUÇÃO
O presente trabalhopretende trazer ao leitor informações sobre técnicas de apresentação, desde as mais simples às mais complexas, com o objetivo de apresentar ao leitor a melhor maneira de se portar e se comunicar em sociedade, uma sociedade que preza o correto e bom uso da língua portuguesa e de suas técnicas de oralidade.
De maneira simples e abrangente a oralidade será explicada através de um embasamento teóricojunto a algumas de suas técnicas mais utilizadas especialmente no mundo acadêmico.

2. Definição de Oralidade
Oralidade é a transmissão oral dos conhecimentos armazenados na memória humana. Antes do surgimento da escrita, todos os conhecimentos eram transmitidos oralmente. A memória auditiva e visual eram os únicos recursos de que dispunham as culturas orais para o armazenamento e atransmissão do conhecimento às futuras gerações. A inteligência estava intimamente relacionada a memória. Os anciões eram os mais sábios, pelo conhecimento acumulado.
Pierre Lévy faz uma distinção em "As tecnologias da inteligência: o futuro do pensamento na era da informática, faz distinção entre a oralidade primária, onde a palavra, por ser o único canal de informação, é responsável pela gestão damemória social; e a oralidade secundária em que a palavra (falada) tem uma função complementar à da escrita (e posteriormente à dos meios eletrônicos), sendo utilizada basicamente para a comunicação cotidiana entre as pessoas".
Em muitas culturas, a identidade do grupo estavam sob guarda de contadores de histórias, cantores e outros tipos de arautos, que na prática eram autenticamente os portadoresda memória da comunidade. Este é o caso do papel desempenhado na África Ocidental pelos griot, sendo o relato mais famoso o dos feitos do rei Sundiata Keita, soberano do Império Mali.
Quem não apresenta suas ideias com clareza ou defende mal seus argumentos diante um grupo, enfrenta problemas tanto em uma sala de aula quanto na vida profissional.
A língua oral está organizada em gêneros(entrevistas, debates, seminários e depoimentos). Assim como não há um texto escrito sem propósito comunicativo, tampouco existe uma só maneira de falar. É preciso criar contextos de produção também para os gêneros do oral, em que se determinam quem é o público, o que será dito e como. "É isso que permite aos alunos se apropriarem das noções, das técnicas e dos instrumentos necessários ao desenvolvimentode suas capacidades de expressão em situações de comunicação", explica Bernard Schneuwly, da Universidade de Genebra, na Suíça, no livro Gêneros Orais e Escritos na Escola.

A diferença entre a língua falada e a língua escrita é uma questão antiga. Até a década de 1980, elas eram consideradas opostas. Enquanto a primeira aparecia como incompleta e imprecisa, a segunda simbolizavaformalismo e planejamento. Os debates recentes apontam para um caminho bem diferente. "O oral e o escrito têm pontos de contato maiores ou menores, conforme o gênero" defende Roxane Rojo, docente de pós-graduação em Linguística Aplicada na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
É necessário, portanto, aprender a preparação de situações de comunicação oral com base em um planejamento que...
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