Oficina de criatividade

Disponível somente no TrabalhosFeitos
  • Páginas : 11 (2559 palavras )
  • Download(s) : 0
  • Publicado : 19 de novembro de 2011
Ler documento completo
Amostra do texto
UNIP - Universidade Paulista

Campus Vergueiro

Psicopatologia Especial - Oficina de Criatividade

Hospital Psiquiátrico Pinel - Oficina de Criatividade como possibilidade de expressão e criação

Grupo C – 10:00 hs (relação anexo)

São Paulo

2011

A Grupo C – 10:00 hs (relação anexo)

Hospital Psiquiátrico Pinel - Oficina de Criatividade como possibilidade de expressão e criaçãoOficina de Criatividade desenvolvida para o curso de graduação em Psicologia da Universidade Paulista – UNIP

Orientador (a): Ricardo Santoro

São Paulo

2011

SUMÁRIO

1 - INTRODUÇÃO 3

2 – OBJETIVO GERAL 10

2.1 - Objetivos Específicos (OE): 10

3 – HIPÓTESE 11

4 – JUSTIFICATIVA 11

5 –METODOLOGIA 11

5.1 – Espaço e tempo 11

5.2- Participantes 11

5.3 – Recursos e Materiais 12

5.4 Procedimentos Éticos 13

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 14

1 - INTRODUÇÃO

Atualmente, tem-se observado que muitas das publicações relacionadas à Psiconefrologia encontram-se em periódicos internacionais com ênfase em estudos quantitativos, relacionados a índices de depressão e qualidadede vida dos pacientes em modalidades de tratamentos específicos. Como consequência, estudos qualitativos neste ramo do conhecimento são poucos explorados(Quintana e Müller, 2006).
Até meados do séc XVIII, haviam hospitais gerais destinados a receber pessoas desprovidas do direito de conviver em sociedade, eram considerados espaços de segregação, destinados àqueles que de algum modo,envergonhavam a sociedade, devido “as suas doenças contagiosas, seus surtos ou possessões, incapacidades físicas, juntamente com os criminosos, prostitutas, idosos, pecadores e todos aqueles que a sociedade rejeitava[...]” (FOUCAULT, 1979 apud SIQUEIRA,2006). A partir da revolução francesa e de seus princípios baseado na igualdade, liberdade e fraternidade, que os desviantes foram encaminhados paralugares mais apropriados a sua condição, permanecendo sob os cuidados hospitalares, o louco, considerado desprovido de razão, conseqüentemente incapacitado de exercer os contratos sociais (SIQUEIRA, 2006).
Foi dentro desses mesmos hospitais, que Philippe Pinel deu inicio a Psiquiatria. Pinel era um médico que começou a retirar do hospital aqueles que não tinham enfermidades e direcionar paraoutros locais, deixando no hospital, apenas aqueles que realmente estavam doentes. Foi a partir disso que começou a separar os doentes de acordo com os tipos de enfermidades, para observar, identificar, descrever e estudar minuciosamente os tipos de patologias. Deu atenção há um tipo especifico de doença, que considerou como alienação mental.
Pinel aconselhava que os alienados fossem retiradosde seus convívios sociais e familiares e fossem internados em uma instituição para serem submetidos ao que denominou de tratamento moral, que consistia em um conjunto de regras, princípios e rotinas que possibilitariam a reorganização interno dos sujeitos, como se a própria instituição contribuísse para o tratamento. (LANCETTI & AMARANTE, 2006).
Segundo Tenório citado por Siqueira ([2001],2006), foi à psiquiatria quem inventou o hospício, negando à loucura o direito de conviver com a sociedade e de desfrutar dos direitos a cidadania e liberdade, pois as pessoas portadoras desses transtornos mentais eram consideradas como uma ameaça, sendo atribuído a esses sujeitos a violência, agressividade, possessão e desprovimento de razão.
Após a segunda guerra mundial, surgiu doisgrandes movimentos que reformularam o modelo de como a loucura era tratada, a saber, a Antipsiquiatria e o movimento de Desinstitucionalização Italiano. A antipsiquiatria considerava a loucura mais como um fato social e político. Segundo Amarante citado por Siqueira ([2001] 2006 p. 53), a loucura foi considerada como uma experiência positiva de libertação frente ao desequilibro familiar, “não sendo...
tracking img