Noticias de uma guerra particular

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Faculdade Anhanguera de Passo Fundo - RS

Curso de Ciências Contábeis

Francieli Oliboni

Notícias de uma Guerra Particular
Direitos Humanos

Passo Fundo – RS
2011

Francieli Oliboni

Notícias de uma Guerra Particular
Direitos Humanos

A resenha a seguir nos mostra a realidade das favelas do Rio de Janeiro, como é a vivencia, o dia a dia das pessoas que vivem lá, tudo apresentadoem um documentário feito por Katia Lung e João Moreira Sales.

Passo Fundo – RS
2011

A presente resenha a qual esta em anexo cita pontos importantes do documentário “Notícias de uma Guerra Particular”, produzida por Katia Lung e João Moreira Sales, o qual mostra a grande e triste realidade das favelas em que a “sociedade dos olhos perfeitos” não enxergam. Uma abordagem da triste dominaçãoque as drogas e marginais, fizeram na vida das pessoas mais humildes. A constante guerra que vive o BOPE com os marginais. Para um maior entendimento, segue em anexo.

Passo Fundo – RS
2011

No documentário Notícias de uma Guerra Particular, produzido no ano de 1999, dirigido por Kátia Lund e João Moreira Salles, esta mostrando a realidade das favelas, uma realidade em que a sociedade não estaapta a suficiente para ver a realidade na qual o documentário mostra sem medo nem descrição. Mostra um contexto em que o “lado belo” da sociedade não vê.
Nos todos temos consciência de como é uma favela, que lá existe o morro, seus traficantes, pessoas muito humildes em termos de dinheiro e alguma humildes em termos de dinheiro, crianças que não vão para a escola e que brincam com armas de fogode verdade, para não dizer traficantes e bandidos dês de pequenos, mulheres sofridas com medo de qualquer dia levar um tiro na cabeça ou acordar sabendo que seu filho foi morto por traficantes da própria favela, prostitutas, pessoas que muitas já perderam a esperança de ver mudança. Conflitos, repreções, medo que o povo de fora, as pessoas que não convivem com esta meio de vida, não sabem o queé. Não estou acusando lados, religiões ou partido político, somente estou tentando mostrar como é a vida desse povo que deita sem saber se irá dormir, retratando a visão de um morador do morro por seus olhos. Mostrando a vivencia de um verdadeiro favelado.
João Salles costuma a fazer documentários relacionados a estes fins, querendo mostrar como é a vida dos excluídos, procura mostrar aonde ficaas feridas da sociedade que muitos não vêem ou fingem não ver, talvez por medo, talvez por vergonha , a causa da qual este povo passa por despercebido.
João querendo mostrar ao mundo da realidade, mostra toda a droga apreendida nos morros, fala sobre a crescimento da expansão das drogas e do crescimento das mortes por homicídios em que 1 pessoa morre a cada meia hora no rio, 90% delas atingidaspor bala de grosso calibre. Agora me pergunto se estes 90% das mortes não são questionadas pela população? A policia federal estima que as drogas emprega 100.000,00 pessoas no Rio de Janeiro, na qual nem todas moram em favelas, sendo o mesmo valos empregado pela prefeitura da cidade. João se aproximou de Márcio Amaro de Oliveira, falante chefe do tráfico, um garoto como milhares de outros dosmorros cariocas, que sonhou um dia ser modelo e desenhista. Marcinho VP é um foragido da Justiça, condenado a 42 anos de prisão, acusado de vários assassinatos. Durante um tempo João Moreira Salles freqüentou o Morro Dona Marta, no Rio de Janeiro, para viver como vive um morador do local, e lá pôde entrevistar e saber de pontos até desconhecidos do submundo que o documentário trata: linguagem própria,todo um esquema de horário e respeito quanto aos traficantes e seus chefes, pois são eles quem mandam nas favelas. Assim como cada cidade tem seu prefeito, num universo bem particular e diferente como é o dos morros, os ‘cabeças’ do tráfico quem administram o local. É explicitamente visível que existem dois grandes inimigos ao tráfico, as gangues opostas e o BOPE, pois o primeiro pretende...
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