Normas ajustes

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SUMÁRIO
1 Objetivo
2 Documentos complementares
3 Definições
4 Condições específicas
ANEXO - Seleção de classes de tolerâncias para uso geral
Glossário

79 páginas

NBR 6409 - Tolerâncias de forma e tolerâncias de posição - Procedimento
ISO 1938 - Inspection of plain workpieces:
Part 1 - Terms, definitions and general
principles;

1 Objetivo

Part 2 - Plain limit gauges;

1.1Esta Norma fixa o conjunto de princípios, regras e tabelas que se aplicam à tecnologia mecânica, a fim de permitir escolha racional de tolerâncias e ajustes, visando a
fabricação de peças intercambiáveis.
1.2 O campo de aplicação desta Norma abrange dimensões nominais de até 3150 mm de peças intercambiáveis.
Esta Norma, embora preparada para utilização em peças
cilíndricas, aplica-se a outrasformas, visto que os termos
"furo" e "eixo" nela empregados têm significados convencionais. Em particular, o termo "furo" ou "eixo" pode referirse a uma dimensão interna ou externa de duas faces paralelas ou planos tangentes de qualquer peça, como a largura de um rasgo ou a espessura de uma chaveta. O sistema prescrito nesta Norma também estabelece ajustes
entre elementos cilíndricos conjugadose ajustes entre peças
que tenham elementos com faces paralelas.

2 Documentos complementares
Na aplicação desta Norma é necessário consultar:
NBR 6165 - Temperatura de referência para medições
industriais de dimensões lineares - Padronização

Part 3 - Limit indicating gauges;
Part 4 - Inspection by measurement.
ISO 8015 - Technical drawings - Fundamental
tolerancing principle

3Definições
Para os efeitos desta Norma são adotadas as definições de
3.1 a 3.13.
3.1 Eixo
Termo convencional utilizado para descrever uma característica externa de uma peça, incluindo também
elementos não cilíndricos (ver 1.2).
3.1.1 Eixo-base

Eixo cujo afastamento superior é zero (ver 3.11.1).

Cópia não autorizada

NBR 6158/1995

2

3.2 Furo

3.3.3.1 Dimensão máxima

Termoconvencional utilizado para descrever uma característica interna de uma peça, incluindo também elementos
não cilíndricos (ver 1.2).

A maior dimensão admissível de um elemento (ver Figura 1).
3.3.3.2 Dimensão mínima

3.2.1 Furo-base

Furo cujo afastamento inferior é zero (ver 3.11.2).
3.3 Dimensão

A menor dimensão admissível de um elemento (ver Figura 1).
3.4 Elemento

Número queexpressa em uma unidade particular o valor
numérico de uma dimensão linear.

Parte em observação de uma peça.

3.3.1 Dimensão nominal

3.5 Linha zero

Dimensão a partir da qual são derivadas as dimensões limites pela aplicação dos afastamentos superior e inferior
(ver Figura 1).

Linha reta que representa a dimensão nominal e serve de
origem aos afastamentos em uma representação gráficade tolerâncias e ajustes (ver Figura 1).

3.3.2 Dimensão efetiva

Dimensão de um elemento obtido pela medição.

Nota: De acordo com a convenção, a linha zero é desenhada horizontalmente, com afastamentos positivos mostrados acima e afastamentos negativos abaixo (ver Figura 2).

3.3.2.1 Dimensão efetiva local

3.6 Afastamentos fundamentais

Qualquer distância individual em uma seçãotransversal da
peça, isto é, qualquer dimensão medida entre dois pontos
opostos quaisquer.

Diferença algébrica entre uma dimensão (dimensão efetiva,
dimensão limite, etc.) e a correspondente dimensão nominal ( ver Figura 2).

3.3.3 Dimensão limite

Nota: Os afastamentos são designados por letras maiúsculas para
furos (A...ZC) e por letras minúsculas para eixos (a...zc).
Para evitarconfusão, as seguintes letras não são usadas: I,
i; L, l; Q, q; W, w (ver Figuras 3 e 4).

As duas dimensões extremas permissíveis para um elemento, entre as quais a dimensão efetiva deve estar.

Figura 1 - Dimensão nominal e dimensões máxima e mínima

Cópia não autorizada

3

NBR 6158/1995

Figura 2 - Representação convencional de um campo de tolerância

Figura 3 - Representação...
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