Neoclassicismo

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NEOCLASSICISMO – 1750 - 1900 Transformações culturais: a arquitetura neoclássica 1750-1900 Aumento da capacidade humana de exercer controle sobre a natureza – Revolução industrial Mudança da consciência humana – grandes transformações da sociedade – nova formação cultural apropriada aos estilos de vida da aristocracia decadente e da burguesia ascendente Mudanças tecnológicas geraramnova infraestrutura e expansão da capacidade produtiva. Novas instituições técnicas: École des Ponts e Chaussées –1747.



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A REVOLUÇÃO INDUSTRIAL

Projeto inicial

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Abrahan Darby: Ponte Coalbrookdale. Shropshire, Inglaterra (1777/81).

Projeto executado

Thomas Telford: Projeto para substituir a Ponte de Londres, 1801.

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Thomas Telford: Ponte Pênsil Menai. País deGales, 1818/26.

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NEOCLASSICISMO Extensas obras rodoviárias e hidroviárias Cisão entre engenharia e arquitetura Arquitetos x engenheiros Mudanças culturais: novas categorias de conhecimento – modo historicista de pensamento – reflexivo – questiona sua identidade. Disciplinas humanistas do Iluminismo: obras pioneiras da sociologia, estética, história e arqueologia modernas.

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Gustav Eiffel: Viaduto do Garabit, sobre o rio Thuyère, França. O grande vão tem 165m de comprimento por 122m de altura.



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Arquitetos buscam uma reavaliação precisa da Antigüidade – obedecer aos princípios das obras clássicas - pesquisa arqueológica Anteriormente Grand Tour – Roma – ampliação do itinerário – descoberta de sítios gregos antigos no sul da Itália e Grécia.Confrontamento do tratado de Vitrúvio com as ruínas autênticas. Realização de estudos/desenhos/pesquisas arquitetônicas sobre as ruínas – publicação de obras a partir de meados séc. XVIII.



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Arquitetura grega passa a ser considerada “estilo autêntico”. Alguns arquitetos discordam – defendem arq. romana (etrusca). Arquiteto Piranesi – busca o “sublime” – próetrusco,pró-romano. Inglaterra – “palladianismo”. Final 1750 – arquitetos ingleses se instruem em Roma. James Stuart e George Dance. Roma: arquitetos “pró-gregos”: Winckelmann e Le Roy. Revivalismo grego – forte na Inglaterra.

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FRANÇA desenvolvimento teórico acompanha o neoclassicismo Claude Perrault – questiona validade das proporções vitruvianas. Elaborou tese beleza positiva (papel normativo depadronização e perfeição) e beleza arbitrária (função expressiva que possa ser requerida por uma circunstância ou uma característica especial)

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Abade Cordemoy – “Novo tratado de toda arquitetura” de 1706. Substitui atributos vitruvianos da arquitetura: utilitas, firmitas e venustas (utilidade, solidez e beleza) por: ordonnance, distribution e bienséance (ordem, distribuição econveniência). Preocupação com pureza geométrica.

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FRANÇA

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Laugier: 1753 propõe arquitetura “natural”, universal, tendo a “cabana primitiva” como modelo. Arquitetos franceses realizam várias obras seguindo estes preceitos: Soufflot (igreja de Sainte-Geneviève) J.F. Blondel: abre escola de arquitetura em 1743, se tornou mestre da geração “visionária” de arquitetos: Boullée e Ledoux(arquitetos “da revolução”) Conceitos fundamentais: composição, tipo e caráter do edifício.

Durand: primeiro professor de arquitetura da Escola Politécnica. Escreveu compêndio das aulas. Tipologia normativa e econômica da edificação – 1802-1809. •

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Após a revolução francesa – necessidade de acomodar as novas instituições da sociedade burguesa e de representar o surgimento do EstadoRepublicano – neoclassicismo será o estilo adotado. Meados séc. XIX – Henri Labrouste – École des Beaux-Arts. Biblioteca Nacional –1860-68 Racionalismo estrutural – uso do ferro e do vidro.



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Meados séc. XIX, subdivisão da herança neoclássica: – Classicismo estrutural de Labrouste (França) – ênfase na estrutura – Cordemoy, Laugier e Soufflot. – Classicismo romântico de Schinkel...
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