Movimentos migratorios e a populacao activa e sectores de actividade

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Introdução
Assinala-se hoje, 4 de Abril, o decimo aniversário da assinatura do Memorando de Entendimento Complementar ao Protocolo de Lusaka, entre o Governo angolano e a Unita, acto que mudou o curso da História da República de Angola.

O acordo, realizado em 2002 no Palácio dos Congressos, em Luanda, e assistido pelo Presidente da República de Angola, José Eduardo dos Santos, e porrepresentantes da comunidade nacional e internacional, simbolizou o fim de um longo período de guerra, que deixou milhares de deslocados, mutilados e órfãos.

Justa porque a paz alcançada não foi uma imposição de forças externas, mas o resultado de esforços dos angolanos, que entenderam que havia a necessidade da cessação das hostilidades e de encetarem o processo de conclusão das tarefas remanescentesdo Protocolo de Lusaka, tendo em vista o estabelecimento da paz e a consequente reconciliação e reconstrução do país.

paz conquistada está e deve ser consolidada no dia-a-dia dos angolanos, através de acções e atitudes práticas, devendo todos contribuir para que este processo seja irreversível.

É vontade dos angolanos que sejam removidos todos os factores do passado, de modo a se construiruma pátria unida, solidária e madura, orientada pelos valores da unidade nacional, da democracia, liberdade, justiça social e pelo respeito dos direitos humanos. Conquistada a paz, novos desafios se colocam ao povo angolano, pois torna-se necessário continuar a envidar esforços para a sua consolidação, através do desenvolvimento de um conjunto de acções, que visem combater a fome e a pobreza.

.DESENVOLVIMENTO
A partir da assinatura do documento, o 4 de Abril foi instituído como feriado nacional e passou a ser, entre os angolanos, uma referência histórica importante na luta do povo, por marcar uma viragem decisiva no processo político e no de desenvolvimento de Angola.

A data constitui, igualmente, uma das maiores conquistas do povo angolano após a Independência Nacional, a 11de Novembro de 1975. Actualmente, o país vive um ambiente de paz justa e definitiva, um momento particularmente importante na sua história, nunca antes experimentado pelo povo angolano, mesmo num passado longínquo, bem como desde o nascimento de Angola como um Estado independente e soberano.

História Cronológica da Guerra e Paz em Angola
Na luta contra a ocupação portuguesa em Angola começauma incursão pela Independência, uma luta pela liberdade e pela auto-suficiência.
1954 – Fundação do PLUA - Partido da Luta dos Africanos de Angola.

1956 – Do PLUA emergiu o MPLA - Movimento Popular de Libertação de Angola, sob a presidência de Agostinho Neto.

1956 – Um manifesto do MPLA circula pelas ruas de Luanda a denunciar a opressão colonialista.

1958 – O MIA - Movimento deIndependência de Angola - une forças com o MPLA.

1975 – 11 Novembro - O Presidente Agostinho Neto proclama em Luanda a independência de Angola.

1976 – 27 Março – Retirada das tropas sul-africanas que, a partir da Namíbia, haviam lançado em Outubro, a “Operação Savannah”, contra o território angolano.

1977 – 27 Maio – Tentativa frustrada de um Golpe de Estado, conduzido por Nilo Alves eoutros dissidentes do MPLA

1979 – 10 Setembro – Morre em Moscovo, vítima de doença, o Dr. Agostinho Neto, primeiro Presidente de Angola. José Eduardo dos Santos é proclamado o novo Presidente da República no dia 21 de Setembro.

1981 – Agosto – Quinze mil soldados sul-africanos, apoiados por blindados e aviação de combate, invadem Angola, bombardeando a província da Huíla e ocupando parte daprovíncia do Cunene, na operação designada por “Prothea”.

1983 – Setembro – As Forças Armadas angolanas desencadeiam a “Operação Berlim” para impedir a abertura da intitulada “segunda fase estratégica” da UNITA, na região do Mussende no Kwanza-Sul.

1984 – 25 Março – A UNITA ataca a cidade do Sumbe, capital do Kwanza-Sul.

17 Novembro – O Presidente angolano apresenta uma “Plataforma da...
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