Metodologia

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  • Publicado : 22 de outubro de 2012
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5. Referencial teórico
Segundo o advogado e professor de Direito da Informática, Rodrigo Guimarães Colares, a revolução digital proporcionou à classe média brasileira maior facilidade de acesso aouniverso dos computadores, à Internet e a outras novas tecnologias que surgiram com o avanço das ciências eletrônicas. Consequentemente, encontramo-nos diante de diversas condutas que, utilizando-se daInternet para sua consecução, ferem direitos de terceiros ou vão de encontro ao interesse comum, considerado em uma acepção ampla que engloba tudo aquilo que perturba preceitos éticos e moraisvigentes, bem como demais bens e direitos juridicamente tutelados. Há ilícitos perfeitamente enquadráveis no Código Penal pátrio e legislação extravagante, quais sejam aqueles em que a Internet, ou outroambiente eletrônico, informático ou computacional, é tão-somente o seu meio de execução, estando a tipificação perfeita ao ato proferido; são estes os crimes eletrônicos, que recebem também asnomenclaturas de crimes da Internet, crimes digitais, crimes cibernéticos ou cyber crimes.
Já para o Dr. Mauro Marcelo de Lima e Silva, o que mais tem atemorizado, de sociólogos a profissionais de polícia, éo fato de o crescimento geométrico do uso da Internet, e sua absoluta dispersão e falta de controle, estar criando espaços na rede exclusivamente para atividades criminosas, unindo os ideais ouinteresses de uma minoria, excitando a motivação delitiva, tais como crimes de ódio, terrorismo e parafilias. O perfil do criminoso, baseado em pesquisa empírica, indica jovens, inteligentes, educados, comidade entre 16 e 32 anos, do sexo masculino, magros, caucasianos, audaciosos e aventureiros, com inteligência bem acima da média e movidos pelo desafio da superação do conhecimento, além dosentimento de anonimato, que bloqueia seus parâmetros de entendimento para avaliar sua conduta como ilegal, sempre alegando ignorância do crime e, simplesmente, "uma brincadeira".
Mais: preferem ficção...
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