Mercado da leitura da obra rua do valongo. jean-baptiste debret

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SUMÁRIO
PÁGINAS
Capítulo 1
* Leitura Descritiva 5

Capítulo 2
* Leitura Interpretativa 6-7

Capítulo 3
* Cores8

Capítulo 4
* Espaço 9

Capítulo 5
* Formas e Linhas 10


Capítulo 6
* Gênero/ símbolo/ conteúdo icnográfico 11Capítulo 6
* Conclusão 12

Mercado da Rua do Valongo. Jean-Baptiste Debret, 1822.

LEITURA DESCRITIVA

Observamos um local onde se encontram vários negros seminus, um grupo usando pano amarelo para cobrir o corpo e outro grupo com panosvermelhos e, dois homens brancos vestidos, um deles está sentado em uma cadeira, está vestido com uma camisa branca, calções amarelos, usa um lenço na cabeça, tem bigodes e olha para outro homem que está de pé à sua direita. E o outro, está em pé olhando para o que está sentado, este está vestido de forma mais elegante, tem um grande chapéu de feltro cinzento com bordos de veludo negro presos à copa porcordões na cabeça, que tampa parte de seu rosto, usa um casaco azul, colete branco, cinta vermelha e botas com enormes esporas de prata.
Percebemos a presença de uma criança nua que está diante dos dois senhores, um deles apontando para a criança.
O local onde estão parece ser feito de alvenaria, pois percebemos uma textura na parte superior da imagem que aparenta ser tijolos, o teto é feito portelhas com sustentação de madeira. Os bancos, a cadeira e o piso do local também aparentam ser de madeira.
Percebemos pela porta aberta que é dia, pois há claridade do lado de fora. Logo acima da porta tem uma parte azul, que pode ser usado para circulação de ar ou simplesmente uma decoração do lugar.

LEITURA INTERPRETATIVA

A imagem mostra um mercado de escravos onde existem ali povos dediversas regiões da África (escravos), por isso as diferenças percebidas na imagem, o local silencioso na maioria das vezes. Eles estão sendo negociados. Estes dois grupos separados nos bancos (o grupo de amarelo de um, e o grupo de vermelho de outro), percebemos que são povos de diferentes nações.
Interpretamos pela fisionomia os detalhes diferentes de cada um dos negros colocados na fila àesquerda da cena. O primeiro atrapalhado por coceiras e que cede à necessidade de se esfregar, é velho e sem dúvida nenhuma disposição para o trabalho; o segundo, ainda em boa forma, é mais indiferente; o terceiro é tristonho; o quarto, calmo; o quinto, apático; os dois últimos, quietos. Os seis do fundo, quase da mesma nação, são todos suscetíveis de fácil civilização. As crianças não demonstram muitatristeza.
O homem sentado negociador e o homem em pé (o comprador) discute o preço ou a vantagem de comprar cada um daqueles escravos na imagem, provavelmente, neste caso, o interesse na criança perto deles. Esses mercados se localizavam perto dos portos, aonde chegavam os navios negreiros trazendo-os da África e dali eram levados diretamente para o mercado. As duas portas fechadas dão para umaalcova arejada e clareada apenas por cinco seteiras colocadas nos intervalos. A porta aberta dá para um pequeno pátio que separa o armazém da moradia onde se encontram a dona da casa, a cozinha e os escravos domésticos. As duas portas fechadas que vemos na figura dão para uma alcova arejada e clareada apenas por cinco seteiras colocadas nos intervalos. A porta aberta dá para um pequeno pátio que...
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